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Polícia

Corretora foi morta em intervalo de 8 minutos em prédio de Caldas Novas, diz delegado

Corpo de Daiane Alves Souza foi encontrado em uma região de mata; síndico e filho dele estão presos suspeitos pelo crime

30 jan 2026 - 08h36
(atualizado às 08h39)
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Resumo
A corretora Daiane Alves Souza foi morta em um intervalo de 8 minutos em Caldas Novas (GO), com o síndico Cléber Rosa de Oliveira confessando o crime e sendo preso junto ao filho, suspeito de tentar obstruir as investigações.
Síndico e filho são presos após corpo de corretora ser encontrado em Goiás; veja momento da prisão:

O delegado André Barbosa, que investiga a morte de Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas (GO), acredita que a corretora de imóveis foi morta em um intervalo de 8 minutos. Uma câmera de segurança do prédio mostra o momento que a mulher entra no elevador e minutos depois desaparece.

"A gente conseguiu estabelecer que Daiane desaparece às 19 horas e 30 segundos. E que a primeira pessoa a aparecer e acessar o subsolo com as imagens que a gente tinha pelos elevadores é uma senhora, moradora do prédio há mais de um ano, que ela aparece às 19h08", disse o delegado em entrevista coletiva sobre o caso. "Portanto, a gente estabeleceu que o crime foi cometido em no máximo um lapso de 8 minutos".

Após 40 dias desaparecido, o corpo da corretora foi encontrado na última quarta-feira, 28, em uma região de mata de Caldas Novas, cidade onde ela morava.

Cléber Rosa de Oliveira, o síndico do prédio onde a corretora desapareceu, confessou o homicídio e levou a polícia até o local onde deixou o corpo da vítima. Além do síndico, o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foi preso, suspeito de tentar obstruir as investigações.

Corretora desaparecida: veja o vídeo enviado à amiga antes de sumir; a polícia investiga o caso:

Daiane sumiu há 40 dias após sair de seu apartamento para verificar a falta de energia no imóvel. Ela foi vista pela última vez dentro do elevador do condomínio onde morava, em 17 de dezembro. Na noite em que desapareceu, Daiane enviou um vídeo para uma amiga dizendo que a energia do seu apartamento havia sido desligada.

"Aquele vídeo que ela mesmo grava e encaminha para a amiga, aquele vídeo foi enviado às 18h59. Quando ela desce o elevador, é claro que ela está gravando o vídeo. Então, ela gravava e enviava. O terceiro vídeo ela não conseguiu enviar", destaca o delegado.

"A dinâmica demonstrou que, ao descer gravando o vídeo, o síndico já estava lá. É possível que esse vídeo que ela não conseguiu enviar demonstrava prova específica", completou Barbosa.

Conforme a TV Anhanguera, as investigações ainda apontam que Cléber possa ter usado as escadas para não ser flagrado pelas câmeras do prédio. A Polícia Civil também tem imagens que mostram o carro do síndico indo em direção a uma região de mata com a capota da Fiat Strada fechada.

Ainda de acordo com a emissora, o síndico disse à polícia que agiu sozinho e que cometeu o crime após ter tido uma discussão acalorada com ela, no dia 17 de dezembro. O Terra tenta localizar a defesa dos citados.

Fonte: Portal Terra
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