Morador de rua é executado com 13 tiros enquanto dormia sob viaduto no Centro de Porto Alegre

Departamento de Homicídios apura assassinato de indivíduo em situação de rua atingido por 13 disparos no Viaduto Imperatriz Leopoldina.

26 ago 2026 - 16h35
Resumo
A Polícia Civil investiga a execução de um homem em situação de rua morto com ao menos 13 tiros de pistola enquanto dormia sob o Viaduto Imperatriz Leopoldina, no Centro de Porto Alegre. A vítima ainda não foi identificada e não há informações sobre a motivação ou autoria do crime. Para elucidar o caso, os investigadores analisam imagens de câmeras de segurança da região e colhem depoimentos de testemunhas que pernoitavam no local no momento do ataque.

O Departamento de Homicídios da Polícia Civil do Rio Grande do Sul instaurou inquérito para apurar o assassinato de um homem em situação de rua ocorrido sob o Viaduto Imperatriz Leopoldina, na região central de Porto Alegre. O crime foi registrado no final da madrugada de terça-feira, quando a vítima foi alvejada por pelo menos 13 disparos enquanto dormia sobre um colchão.

Foto: imagem meramente ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas

As primeiras evidências coletadas no local indicam o uso de uma pistola, dada a quantidade de cápsulas encontradas no chão pelas equipes periciais. A principal linha investigativa adotada pelas autoridades sugere uma execução sumária, embora a polícia ressalte que nenhuma outra hipótese foi descartada neste estágio inicial dos trabalhos.

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Até o momento, a identidade da vítima permanece desconhecida. O Instituto Geral de Perícias (IGP) foi acionado e realiza exames para identificar o homem e fornecer subsídios técnicos que ajudem a reconstituir a dinâmica dos fatos. Não há informações confirmadas sobre a autoria ou a motivação do ataque.

Para elucidar o caso, os investigadores estão analisando imagens de câmeras de monitoramento instaladas nos arredores do viaduto, que conecta o bairro Farroupilha ao Centro Histórico. Além do material em vídeo, depoimentos de outras pessoas sem-teto que pernoitam na área estão sendo colhidos para identificar suspeitos que tenham transitado pelo local no horário do crime.

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