Condenado por homicídio no RS é preso em Chapecó 1 hora após Júri Virtual

Ação integrada entre forças policiais e Ministérios Públicos de RS e SC garante cumprimento imediato de pena de 13 anos de prisão.

22 ago 2026 - 10h56
Resumo
Uma força-tarefa entre a Justiça do RS e de SC resultou na prisão de um homem em Chapecó (SC) apenas uma hora após ele ser condenado pelo Tribunal do Júri de Guaíba (RS). O réu, sentenciado a 13 anos de reclusão em regime fechado por um homicídio cometido em 2016, acompanhava a audiência remotamente. A rápida articulação entre os Ministérios Públicos de ambos os estados e a Polícia Militar catarinense garantiu a captura imediata após a sentença, evitando nova fuga do condenado.

Uma força-tarefa interinstitucional entre os sistemas de justiça do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina resultou na captura de um homem condenado por homicídio cerca de 60 minutos após a conclusão de seu julgamento. A sessão do Tribunal do Júri ocorreu na Comarca de Guaíba (RS), fixando a pena do réu em 13 anos de reclusão em regime fechado.

Foto: imagem meramente ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas

O réu participou da audiência de forma remota a partir do município de Chapecó (SC), sob a justificativa de não possuir recursos financeiros para se deslocar até o fórum gaúcho. Logo após a proclamação do veredito com ordem de prisão imediata, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) repassou os dados de identificação ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que acionou a Polícia Militar catarinense.

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O crime em julgamento ocorreu em 30 de dezembro de 2016, na cidade de Guaíba. A vítima, Jonathan Oliveira e Silva, de 22 anos, foi alvejada por disparos de arma de fogo ao desembarcar de um automóvel para dar passagem ao acusado. Em plenário, o promotor de Justiça Fernando Sgarbossa sustentou a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima.

De acordo com o MPRS, o processo permanecera suspenso anteriormente devido à citação por edital e ao paradeiro desconhecido do acusado. A agilidade no compartilhamento de dados entre os órgãos evitou que o condenado voltasse a se ocultar da Justiça após o término do julgamento.

MPRS.

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