'Advogata' deixa cela para Bolsonaro; veja quem são os novos vizinhos

Presa na 'Papudinha', 'advogata' Jessica Castro troca de cela para ceder lugar a Bolsonaro; saiba mais detalhes

16 jan 2026 - 10h34

A transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, o presídio "Papudinha", alterou a logística da unidade. Ele ocupará a cela anteriormente utilizada pela advogada Jéssica Castro de Carvalho, detida por tráfico de drogas.

'Advogata' Jessica Castro e Bolsonaro
'Advogata' Jessica Castro e Bolsonaro
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Com a mudança, Jéssica foi remanejada para uma ala coletiva destinada a advogadas. O novo espaço de detenção da "advogata" fica posicionado estrategicamente próximo às celas onde já se encontram presos Anderson Torres e Silvinei Vasques.

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Quem são os vizinhos de cela?

O ex-diretor da PRF, Silvinei Vasques, foi preso preventivamente no Paraguai após violar o monitoramento eletrônico e tentar fuga pelo aeroporto de Assunção. Ele cumpre pena de 24 anos e seis meses por envolvimento na tentativa de golpe após o pleito de 2022.

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, também recebeu condenação de 24 anos de reclusão por crimes contra o Estado Democrático de Direito, consolidando as punições contra a cúpula envolvida nos atos antidemocráticos.

Vale lembrar que Jessica foi detida ao ser flagrada transportando entorpecentes, munições e uma arma de fogo de uso restrito em seu veículo. As investigações apontam que Jéssica mantém um relacionamento com Weslley Raphael Godeiro Vasconcelos da Silva, conhecido como "Bora". Ele é identificado pelas autoridades como um dos integrantes da organização criminosa Comboio do Cão (CDC), grupo com forte atuação no Distrito Federal.

Moraes fala sobre prisão de Bolsonaro

Nesta quinta-feira, 15/01, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a "Papudinha". O espaço fica em um prédio localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

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Na decisão, Moraes afirma que a "prisão não é hotel ou colônia de férias". Ele sustentou que as "condições absolutamente excepcionais e privilegiadas" oferecidas ao ex-presidente não transformam o cumprimento da pena "em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias".

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