Motoristas que circulam pelas rodovias federais do Rio Grande do Sul precisam ficar atentos a partir desta sexta-feira (16). O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) confirmou a realização de serviços de manutenção em diferentes pontos do Estado, com trabalhos previstos até o domingo (18).
As intervenções fazem parte da rotina de conservação da malha viária federal e buscam melhorar as condições de segurança e trafegabilidade, especialmente durante o período de férias, quando o movimento nas estradas costuma aumentar. Caso ocorram chuvas, o cronograma poderá ser alterado.
Entre os serviços programados estão roçada, limpeza de sistemas de drenagem, manutenção de acostamentos, tapa-buracos, reparos em pontes e reforço da sinalização. Em alguns trechos, o tráfego poderá operar em meia pista, com uso de sistema "Pare e Siga" ou semáforos, sempre com sinalização adequada no local.
Na BR-116, haverá trabalhos contínuos no trecho entre Vacaria e Nova Petrópolis, além de pontos específicos com bloqueio parcial da pista em São Marcos, Caxias do Sul e Nova Petrópolis, com liberação controlada ao longo do dia.
Já na BR-293, os serviços se concentram entre Pelotas, Piratini e Bagé, incluindo intervenções em pontes sobre os rios Piratini e Piratinizinho. Neste último caso, o trânsito ficará restrito a veículos leves e operará com controle semafórico permanente.
Na BR-471, equipes atuam no trecho que liga Santa Cruz do Sul, Rio Pardo e Pantano Grande, com foco em correções no pavimento e manutenção geral da rodovia.
O DNIT orienta que os condutores planejem os deslocamentos com antecedência, respeitem a sinalização temporária e reduzam a velocidade nos pontos em obras. A atenção deve ser redobrada, especialmente em horários de maior fluxo.
As ações fazem parte de um conjunto de medidas para recuperação da infraestrutura rodoviária do Estado, que sofreu danos significativos após eventos climáticos recentes. A expectativa é que novos investimentos sigam sendo aplicados nos próximos anos para tornar as estradas mais seguras e resistentes.
Com informações Gisele Flores / O Sul