Mãe de jogadora acusa a Universidade de Nevada-Reno de coação emocional para atletas competirem contra equipe com jogadora transgênero, enquanto instituições envolvidas enfrentam investigações e debates sobre discriminação e ideologia de gênero.
A mãe de uma jogadora de vôlei da Universidade de Nevada-Reno afirmou que a instituição ‘chantageou emocionalmente’ as atletas para que competissem contra uma jogadora transgênero de uma faculdade da Califórnia, em 2024.
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De acordo com a mulher chamada April Chainey, à Fox News, as jogadoras foram repreendidas em uma reunião após expressarem o desejo de não competir contra a equipe da atleta Blaire Fleming, da Universidade Estadual de San José.
Outras universidades também desistiram de enfrentar a Universidade de San José. Ainda segundo o canal, o Departamento de Educação dos EUA entendeu que a faculdade californiana infringiu uma lei ao permitir que Fleming jogasse, enquanto a Universidade de Nevada está sob investigação pela maneira que conduziu o caso.
“O Departamento de Atletismo da Universidade de Nevada-Reno discriminou ao não sugerir ou oferecer a presença de um oficial do Título IX. Fiquei furiosa. Senti que não havia ninguém lá para proteger as equipes e as jogadoras… eles realmente ignoraram [as jogadoras] porque suas vozes não se encaixavam na agenda da ideologia de gênero da NCAA”, disse Chainey.
Quem também falou sobre o caso foi Marshi Smith, ex-nadadora da NCAA e cofundadora do Conselho Independente de Esportes Femininos. Para ela, houve intimidação por parte da universidade.
“Houve uma onda de intimidação contra as jogadoras do time de vôlei da UNR para que desistissem da decisão de não jogar contra a Universidade Estadual de San José. Foram usadas diversas táticas, desde chantagem emocional até insinuações de que processos judiciais poderiam ser instaurados”, disse a ex-atleta.
Na época, membros da Universidade de Nevada afirmaram que Fleming estava tomando bloqueadores de estrogênio e testosterona e que “não tinha qualquer vantagem”.