Após o veto do Maracanã pelo Consórcio Fla-Flu, o Vasco tenta mandar a semifinal da Sul-Americana em São Januário e pode acionar a Justiça para viabilizar o plano. O entrave é a exigência da Conmebol de capacidade mínima de 30 mil lugares para esta fase, enquanto o estádio comporta 20 mil torcedores. Apoiado pela Ferj e pela CBF, o clube tenta convencer a entidade e corre contra o tempo, tendo até 3 de outubro para definir onde jogará contra o Boca Juniors.
O Vasco ainda não definiu o palco da semifinal da Sul-Americana e corre contra o tempo para resolver a situação. Após receber o veto do Consórcio Fla-Flu sobre o Maracanã, o Cruz-Maltino busca outra opção. Dessa forma, o desejo é jogar em São Januário. O regulamento da Conmebol, no entanto, é um entrave. Mas os vascaínos prometem fazer jogo duro e o caso pode parar na Justiça.
Com apoio da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e da CBF, o Vasco promete ir à Justiça para conseguir utilizar o seu próprio estádio. O presidente Pedrinho, aliás, já falou em aumentar a capacidade do setor visitante para cumprir a regra da Conmebol, que determina a venda de quatro mil ingressos para os visitantes. O problema, no entanto, é outro.
O regulamento da Conmebol determina que, a partir das semifinais, os jogos devem ser realizados em estádios com 30 mil lugares. Dessa forma, São Januário não tem o limite mínimo, já que tem espaço para 20 mil. O Vasco, por sua vez, tenta convencer a entidade. Caso não consiga, pode levar a situação à Justiça. O Cruz-Maltino tem até o dia 3 de outubro para sinalizar o palco do jogo.
O Consórcio Fla-Flu, responsável pela concessão do Maracanã, vetou o Vasco de utilizar o estádio, tanto na Copa do Brasil quanto na Sul-Americana. Na competição nacional, o Cruz-Maltino vai enfrentar o Palmeiras em São Januário, já que o regulamento permite estádios com 20 mil lugares na semifinal. Porém, ainda existe indefinição para o confronto com o Boca Juniors, da Argentina, na Sul-Americana.
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