Vasco e Lamacchia ainda divergem sobre SAF; Justiça penhora ações

Diretoria cruz-maltina deseja que todo dinheiro recebido em venda de jogadores seja reinvestido também no futebol

14 mai 2026 - 20h15
Pedrinho, presidente do Vasco, tem conversas adiantadas por venda da SAF –
Pedrinho, presidente do Vasco, tem conversas adiantadas por venda da SAF –
Foto: Reprodução / TNT Sports / Jogada10

A negociação do Vasco para vender sua SAF a Marcos Lamacchia está próxima de sair, mas ainda há trechos de divergência entre as partes. Afinal, uma das exigências da diretoria cruz-maltina é acerca do reinvestimento da receita de vendas de jogadores. A parte vascaína deseja que tal dinheiro seja revestido também em contratações, algo que Lamacchia não concorda.

As informações são do "ge", nesta quinta-feira (14/5). A intenção do Vasco, aliás, é que 100% dos valores sigam no futebol. O dinheiro seria não só para contratações, mas também para melhorar a qualidade dos contratos, seja do elenco ou de novos jogadores.

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Pedrinho, presidente do Vasco, tem conversas adiantadas por venda da SAF –
Foto: Reprodução / TNT Sports / Jogada10

Já para o investidor, o ideal seria não haver quaisquer tipos de garantias neste sentido. Afinal, para Lamacchia, o dinheiro deverá ser utilizado em qualquer âmbito que o clube esteja precisando.

Justiça penhora ações

Além disso, a Justiça determinou nesta quinta a penhora das ações da 777 Partners, antiga sócia majoritária da SAF do Vasco. A Matix Capital, empresa que intermediou a venda, em 2022, foi quem realizou o pedido. Assim, a Juíza Maria Aparecida da Costa Barros, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), determinou o bloqueio das ações que pertencem à empresa norte-americana.

Isso significa, então, que o Vasco não pode vender, nem dar como garantia tais ações sem autorização prévia da Justiça, segundo informações do diário "Lance!". Atualmente, o Cruz-Maltino (através do clube associativo) detém 30% das ações. A 777, através da A-Cap, sua seguradora, detém 31%. Por fim, 39% estão sob poder do Vasco por determinação judicial, ainda que em discussão na Arbitragem na FGV. Elas representam os R$ 390 milhões que não foram investidos pela 777.

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