A derrota por 3 a 1 para o Juventude, que decretou a eliminação do São Paulo na quinta fase da Copa do Brasil, agravou uma marca histórica negativa do clube. Além de custar o cargo de Roger Machado, demitido logo após a partida, o resultado isolou o Tricolor como o time da elite brasileira com mais eliminações em competições desde 2003, início da era dos pontos corridos.
Com a queda em Caxias do Sul, o São Paulo chegou a 58 eliminações no período e ultrapassou o Santa Cruz, que soma 57. Na sequência do ranking aparecem Botafogo, com 52, e Fluminense, com 49. Logo atrás estão América-MG, Corinthians, Náutico e Palmeiras, todos com 47.
A eliminação também repetiu um capítulo amargo diante do Juventude. Há dez anos, em 2016, o clube gaúcho já havia tirado o São Paulo da Copa do Brasil, então nas oitavas de final. Naquela oportunidade, a equipe de Caxias do Sul avançou pelo critério do gol fora de casa, ainda em vigor na época.
As quedas precoces do São Paulo
Embora o Juventude tenha se tornado um adversário incômodo em mata-matas recentes, os maiores algozes do Soberano desde 2003 seguem sendo os rivais estaduais. O Santos lidera a lista, com seis eliminações impostas ao Tricolor. Corinthians e Palmeiras aparecem logo atrás, com quatro cada. Fora de São Paulo, os principais carrascos são Athletico-PR e Cruzeiro, também com quatro eliminações sobre o clube paulista.
Campeão inédito da Copa do Brasil em 2023, o São Paulo agora soma 15 quedas na competição desde 2003. Apenas o Campeonato Paulista registra número maior de eliminações do clube no período, com 18. Na sequência aparecem a Libertadores, com 13 quedas, e a Sul-Americana, com 12. Um retrospecto que ajuda a explicar o tamanho da pressão atual no Morumbis.
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