A votação pelo impeachment de Júlio Casares no São Paulo terá voto híbrido. É o que determinou a juíza Luciane Cristina Silva Tavares, da 3ª Vara Cível do Foro Regional do Butantã, em São Paulo. A decisão foi tomada em uma liminar na noite desta segunda-feira.
No despacho, a magistrada defere em parte uma ação judicial movida por conselheiros de oposição. Eles pediam pelo voto híbrido (e não só presencial) e a redução do quórum para aprovação do afastamento, que não foi atendida.
O encontro, que ocorre nesta sexta-feira, no MorumBis, foi convocado duas vezes. A segunda convocação veio após uma confusão causada pelo Estatuto do São Paulo.
O artigo 112 prevê a destituição com votos de dois terços (171) dos conselheiros. Já o artigo 58, considerado na segunda convocação, aponta a destituição como uma das medidas que necessita de 75% de aprovação do Conselho Deliberativo (191 votos).
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