Justiça determina voto híbrido em reunião que decide impeachment de Casares no São Paulo

Ação pedia ainda quórum menor para aprovação do afastamento, mas teve apenas parte deferida

12 jan 2026 - 22h08
(atualizado às 22h17)
São Paulo atravessa crise política e define futuro do presidente Júlio Casares em processo de impeachment.
São Paulo atravessa crise política e define futuro do presidente Júlio Casares em processo de impeachment.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

A votação pelo impeachment de Júlio Casares no São Paulo terá voto híbrido. É o que determinou a juíza Luciane Cristina Silva Tavares, da 3ª Vara Cível do Foro Regional do Butantã, em São Paulo. A decisão foi tomada em uma liminar na noite desta segunda-feira.

No despacho, a magistrada defere em parte uma ação judicial movida por conselheiros de oposição. Eles pediam pelo voto híbrido (e não só presencial) e a redução do quórum para aprovação do afastamento, que não foi atendida.

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O encontro, que ocorre nesta sexta-feira, no MorumBis, foi convocado duas vezes. A segunda convocação veio após uma confusão causada pelo Estatuto do São Paulo.

O artigo 112 prevê a destituição com votos de dois terços (171) dos conselheiros. Já o artigo 58, considerado na segunda convocação, aponta a destituição como uma das medidas que necessita de 75% de aprovação do Conselho Deliberativo (191 votos).

Em atualização

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