Suspenso após ser expulso contra o Bahia, Neymar desfalca o Santos no clássico desta quarta-feira diante do Palmeiras, na Vila Belmiro. Para suprir a ausência do atacante, o técnico Cuca planeja reforçar o meio-campo com o volante Christian Oliva, adiantando Gabriel Bontempo na armação ao lado de Coutinho e Everton Cebolinha. Além dessa mudança tática, o treinador lida com diversos desfalques por lesão e ainda aguarda a recuperação de Escobar e Willian Arão para definir a escalação.
A ausência de Neymar deve provocar uma das principais mudanças do Santos para o confronto com o Palmeiras, nesta quarta-feira, às 19h30, na Vila Belmiro. Expulso no empate com o Bahia, o atacante está suspenso, e Cuca já sinalizou que pretende reforçar o meio-campo para enfrentar o rival na disputa pelo Brasileirão.
Christian Oliva é o favorito para assumir a vaga. Com a possível entrada do volante uruguaio, Gabriel Bontempo pode atuar mais adiantado, ao lado de Philippe Coutinho e Everton Cebolinha, na construção das jogadas para Gabigol. A alteração mudaria o equilíbrio da equipe sem necessariamente eliminar as opções ofensivas.
Recuperação de titulares pode provocar outras alterações
A montagem da defesa também depende da evolução de jogadores em tratamento. Cuca espera contar com o lateral-esquerdo Escobar, que se recupera de uma lesão muscular na coxa. Já Willian Arão está em transição para os trabalhos no gramado e ainda não tem presença garantida no clássico.
Enquanto aguarda essas definições, o treinador convive com ausências importantes. Gabriel Brazão, Vinicius Lira e Lucas Veríssimo seguem fora, e Arthur começou a realizar atividades no campo na semana passada. O Santos, porém, evita acelerar o processo do meio-campista, que ainda precisa cumprir etapas antes de voltar a ficar à disposição.
Apesar da possibilidade de adotar uma formação mais cautelosa diante do Palmeiras, Cuca não descarta manter uma equipe com forte presença no ataque. O técnico defende que o modelo depende da participação coletiva na recomposição, para que os jogadores ofensivos também contribuam sem a bola.
O empate com o Bahia reforçou o argumento do treinador sobre o potencial ofensivo do elenco. Na partida, disputada sob chuva e com o gramado da Vila Belmiro em condições difíceis, o Santos finalizou 26 vezes, sendo cerca de 12 chutes na direção do gol, segundo Cuca.
Com o clássico se aproximando, a comissão técnica terá de conciliar a necessidade de pontuar com as limitações físicas do elenco. A provável entrada de Oliva oferece uma alternativa para reorganizar o meio-campo, mas as condições de Escobar e Arão também podem influenciar a escalação. O Santos enfrenta o Palmeiras nesta quarta-feira (28) e, logo depois, encara o Bragantino, sequência em que Neymar também deve cumprir suspensão.
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