Gabigol exalta grupo após 6 a 0 e minimiza pressão no Santos

Camisa 9 marca duas vezes, dá assistência e diz que atuação coletiva facilitou brilho individual; atacante quer "jogar todos os jogos possíveis"

15 fev 2026 - 23h41
Gabigol comemora um de seus gols na partida deste domingo –
Gabigol comemora um de seus gols na partida deste domingo –
Foto: Reprodução / Paulistão / Jogada10

O Santos proporcionou um verdadeiro espetáculo para a sua torcida neste domingo (15). Com uma atuação de gala, o Peixe goleou o Velo Clube por 6 a 0, na Vila Belmiro. O grande protagonista da noite foi Gabigol. O camisa 9 marcou dois gols, deu uma assistência para Moisés e comandou o setor ofensivo. Logo após o apito final, o artilheiro celebrou o resultado expressivo e, sobretudo, valorizou o desempenho tático do grupo comandado por Juan Vojvoda.

Para o atacante, a goleada não foi fruto apenas de talentos isolados. Gabigol destacou que o funcionamento da engrenagem coletiva foi fundamental para o sucesso do placar elástico.

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"Tivemos um jogo coletivo muito bom, individualmente ficou mais fácil para todo mundo. Foi uma grande vitória".

Ele explicou que, quando o time joga bem taticamente, as individualidades aparecem com naturalidade. Portanto, a facilidade encontrada em campo foi mérito da postura de todos os companheiros.

Gabigol tem fome de jogo

Além disso, o ídolo santista reforçou seu desejo de estar sempre em campo. Gabigol afirmou que trabalha diariamente para suportar a maratona de partidas e ajudar o Santos em todos os compromissos. Ele não quer ser poupado e demonstrou muita "fome" de bola.

"Tento ficar o máximo que posso dentro de campo, jogar todos os jogos possíveis. Muito feliz pelo gol e assistência".

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A felicidade do jogador era visível. A assistência para o gol de Moisés, um lançamento preciso ainda no primeiro tempo, foi tão celebrada quanto seus próprios tentos.

Gabigol comemora um de seus gols na partida deste domingo –
Foto: Reprodução / Paulistão / Jogada10

Naturalidade com a pressão e foco na semana

Por fim, Gabigol tocou em um ponto sensível: a cobrança externa. O Santos vive um momento de reconstrução e a torcida exige resultados. Contudo, o camisa 9 minimizou qualquer tensão. Para ele, a pressão é inerente ao tamanho da instituição e os atletas precisam saber lidar com isso naturalmente.

"A pressão sempre vai existir. Estamos em um grande clube, sempre vai ser assim".

Agora, o elenco terá um período valioso de treinamentos. O Peixe não joga no meio da semana, o que permitirá ajustes finos na equipe. Gabigol encerrou sua fala projetando esses dias de trabalho no CT Rei Pelé.

"Temos uma semana para corrigir as coisas agora".

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