A nova Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti para o ciclo da Copa de 2030 está avaliada em € 909 milhões (R$ 5,7 bilhões). O elenco mescla experiência e juventude, concentrando grande parte de seu patrimônio em atletas com menos de 25 anos. Vini Jr. lidera como o mais valioso da lista, cotado a € 140 milhões, seguido por nomes como Estêvão, João Pedro e Raphinha. Veteranos como Marquinhos completam a equipe, evidenciando a estratégia de unir ativos consolidados e promessas com alto potencial de valorização.
Antes de mais nada, a nova Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti começa o ciclo para a Copa do Mundo de 2030 com uma combinação de experiência e juventude. E o tamanho desse grupo também aparece no mercado.
Considerando os 26 jogadores relacionados para os amistosos contra Austrália e Índia, o elenco verde e amarelo chega a aproximadamente € 909 milhões (R$ 5,7 bilhões, na cotação atual) em valor de mercado da bola.
O número ajuda a dimensionar o potencial financeiro do grupo formado pelo treinador italiano, mas não representa o preço que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) teria de pagar para contratar os jogadores.
A convocação marca o início de uma nova etapa da Sekeção Brasileira depois da Copa do Mundo de 2026. O técnico Carlo Ancelotti indicou que pretende observar jogadores mais jovens e construir uma equipe para o próximo Mundial.
Vini Jr. lidera entre os convocados
O jogador mais valioso da lista é Vini Jr.. O atacante do Real Madrid aparece avaliado em € 140 milhões (R$ 831,3 milhões) nas referências mais recentes consultadas do Transfermarkt. A cria do Flamengo é o jogador mais caro da Seleção Brasileira.
Na sequência aparecem Raphinha, Estêvão e João Pedro, todos com peso expressivo no mercado internacional. Raphinha está avaliado em € 70 milhões (R$ 415,6 milhões), enquanto os dois jogadores do Chelsea aparecem na casa dos € 80 milhões (R$ 475 milhões).
O cenário mostra uma característica importante da renovação do grupo. Parte considerável do patrimônio esportivo da Seleção Brasileira, nesse momento, está concentrada em jogadores com menos de 25 anos.
As maiores avaliações do elenco
Entre os nomes de maior valor também estão Bruno Guimarães, avaliado em € 70 milhões (R$ 415,6 milhões), Rayan, em € 60 milhões (R$ 365,2 milhões), e Gabriel Magalhães, que aparece na faixa de € 50 milhões (R$ 296,9 milhões).
Rayan representa um dos casos mais interessantes. O atacante deixou o Vasco para defender o Bournemouth e passou a ser avaliado em € 60 milhões pelo Transfermarkt. O valor reforça a dimensão da valorização do jogador depois da mudança para a Premier League.
Wesley, da Roma, aparece logo abaixo, com € 40 milhões (R$ 237,5 milhões). O lateral se tornou um dos ativos mais valorizados de sua posição. Também estão nessa faixa Andrey Santos, do Manchester United, e Endrick, do Real Madrid, ambos avaliados em € 40 milhões.
Jovens ampliam o patrimônio da Seleção
A lista ainda reúne jogadores em processo de valorização. Breno Bidon, do Corinthians, aparece com € 22 milhões (R$ 130,6 milhões), enquanto Gabriel Bontempo, do Santos, está avaliado em € 9 milhões (R$ 53,4 milhões).
Outro nome que chama atenção é Vitor Reis, do Manchester City, avaliado em € 30 milhões (R$ 17,1 milhões). O zagueiro já havia aparecido entre os defensores brasileiros mais valorizados antes de ganhar espaço no novo ciclo.
Arthur Dias, do Athletico, é outro exemplo da aposta na juventude. Aos 19 anos, o zagueiro está avaliado em € 3 milhões (R$ 17, milhões). O Furacão, inclusive, recusou recentemente uma proposta de € 21 milhões (R$ 124,6 milhões) do Tottenham por 80% dos direitos.
Experiência ainda tem peso
A renovação não significa abandono dos jogadores mais experientes. Marquinhos, aos 32 anos, aparece avaliado em € 28 milhões (R$ 166,2 milhões), enquanto Douglas Santos, do Zenit, está na faixa de € 7,5 milhões (R$ 44,5 milhões).
No ataque, Pedro, do Flamengo, soma € 20 milhões (R$ 118,7 milhões). Samuel Lino, também do clube carioca, aparece com € 15 milhões (R$ 9 milhões). Entre os goleiros, Hugo Souza é o mais valorizado, com € 11 milhões (R$ 65,3 milhões).
Pedro Morisco, do Coritiba, aparece com € 5 milhões (R$ 29,6 milhões), enquanto Otávio, do Cruzeiro, ainda tem uma avaliação inferior, apesar da rápida ascensão como titular. O retrato financeiro ajuda a explicar a estratégia de Carlo Ancelotti.
A Seleção Brasileira começa um ciclo com ativos consolidados, mas também com uma geração que ainda pode multiplicar seu valor nos próximos anos. Mais do que uma lista de nomes conhecidos, o grupo revela uma tentativa de equilibrar presente e futuro.