O Atlético de Madrid proibiu Julián Álvarez de saudar os torcedores após a partida contra o Villarreal, evidenciando o desgaste na relação entre as partes. Segundo o técnico Diego Simeone, a ordem de mandar o atacante direto ao vestiário partiu da diretoria do clube. Vaiado durante o jogo, o argentino enfrenta forte crise interna devido ao seu explícito desejo de se transferir para o Barcelona, proposta que foi rejeitada pelos Colchoneros.
A crise de relacionamento do Atlético de Madrid com Julián Álvarez ganhou um novo capítulo. Afinal, o clube proibiu o atacante argentino de saudar a torcida junto com os companheiros após o jogo contra o Villarreal, no último domingo (23), pela 2ª rodada do Campeonato Espanhol. Dessa forma, o episódio expôs ainda mais a relação ruim entre as partes.
"O clube decidiu que Julián (Álvarez) não se aproxime com seus companheiros para cumprimentar os torcedores. A decisão não foi de Julián Álvarez, foi do clube, que decidiu separá-lo e afastá-lo para que vá em direção ao vestiário", disse o técnico Diego Simeone, que foi questionado sobre a situação e esclareceu a decisão do clube.
Julián Álvarez começou o jogo no banco de reservas e entrou durante o segundo tempo, recebendo vaias dos torcedores no Metropolitano. O atacante, aliás, recebeu vaias a cada toque na bola. Dessa forma, ele teve participação discreta no jogo. Após o apito final, saiu de campo sozinho. A cena, é claro, chamou a atenção dos torcedores. Mas a decisão, no entanto, não foi do jogador.
O motivo da decisão do Atlético de Madrid é o desejo do jogador em defender o Barcelona. O clube, no entanto, recusou uma proposta dos catalães e ainda fez provocações nas redes sociais. Depois, o episódio se repetiu com o Real Madrid. Desde então, Julián Álvarez recusou a investida do Arsenal, da Inglaterra, e reiterou o desejo de jogar no Barça, o que gerou mais desgaste com os Colchoneros.
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