A conquista da Copa da Inglaterra pelo Manchester City neste sábado (16), com vitória sobre o Chelsea, foi o 20º título do técnico Pep Guardiola em dez anos no comando do clube. Esta, aliás, é a segunda taça nacional da temporada, já que os Citizens também haviam vencido a Copa da Liga Inglesa. O feito reforça uma trajetória que se tornou referência no futebol europeu.
A campanha do City nas copas foi impecável: seis vitórias em seis jogos na FA Cup e o mesmo desempenho na Copa da Liga, marca inédita na história do futebol inglês. Desde que chegou ao país, Guardiola transformou o clube em potência, acumulando seis títulos da Premier League, cinco Copas da Liga, três Copas da Inglaterra, três Supercopas nacionais, além de conquistas internacionais como a Champions, a Supercopa da Uefa e o Mundial de Clubes.
O espanhol também atingiu um patamar único entre técnicos: tornou-se o primeiro a somar pelo menos três conquistas em cada uma das principais competições inglesas e europeias. Ao considerarmos Barcelona, Bayern de Munique e City, já são 41 troféus na carreira, sempre mantendo a regularidade de terminar ligas nacionais entre os três primeiros colocados.
Constraste entre Guardiola e Chelsea
A influência de Guardiola sobre o elenco é reconhecida pelos jogadores. Bernardo Silva destacou que passou quase toda a carreira sob seu comando e que o treinador mudou, portanto, sua forma de entender o futebol, o que fortaleceu a relação ao longo de vitórias e frustrações.
Do lado do Chelsea, aliás, a derrota ampliou uma marca negativa. Isso porque o clube londrino tornou-se o primeiro a perder quatro finais consecutivas da Copa da Inglaterra desde o Leicester, entre 1949 e 1969. O capitão Reece James também entrou para uma estatística rara, ao disputar quatro decisões da FA Cup e sair derrotado em todas elas.
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