Mesmo com a liberação do Maracanã, a diretoria e a comissão técnica do Vasco preferem disputar a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras em São Januário, no dia 8. O clube negocia com a Polícia Militar para liberar a capacidade de 25 mil torcedores na Colina Histórica, local apontado pelo técnico Pedro Emanuel como fundamental pela forte ligação com a torcida. A decisão final sobre o estádio da partida será tomada na próxima semana, baseada exclusivamente em critérios técnicos.
Apesar da liberação do Consórcio Fla-Flu para a atuar no Maracanã, o Vasco, por enquanto, não trabalha com a ideia de mandar a semifinal da Copa do Brasil no Maior do Mundo.
A direção cruz-maltina quer o confronto contra o Palmeiras, no dia 8, às 17h (de Brasília), em São Januário. A ideia é ter um público maior no confronto e as conversas com a Polícia Militar do Rio de Janeiro seguem em tratativas.
Em reunião realizada na Federação Carioca de Futebol (Ferj), que confirmou o clássico contra o Flamengo no Nilton Santos com torcida dividida, o Cruz-Maltino avançou em ter 25 mil torcedores na partida contra o Palmeiras.
Inclusive, a comissão técnica já mostrou preferência pela Colina Histórica, apesar de não ver o Maracanã como uma escolha ruim. Jogar no Nilton Santos, por exemplo, incomodou o técnico Pedro Emanuel.
"São Januário é a nossa casa. Jogar no Engenhão não é a mesma coisa. O nosso torcedor aqui e lá não tem nada a ver. A diferença é muito grande. Nós temos o fator casa, mas ficamos conduzidos a ter menos em alguns jogos. A ligação que tenho com minha torcida e minha equipe é muito maior em São Januário", destacou o técnico.
A decisão final de onde será a partida acontecerá na próxima semana. A diretoria do Vasco não levará em consideração o resultado da partida no Nubank Parque, apenas a questão técnica.
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