O ingresso para a última partida do Brasil na Copa do Mundo custava até R$ 30 mil. No dia da partida, disputada em 5 de julho, os ingressos comuns para o confronto estavam completamente esgotados. O bilhete mais barato custava US$ 1.600, cerca de R$ 8,1 mil.
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Além da entrada de menor valor, havia ingressos comercializados por US$ 3.100 (aproximadamente R$ 16 mil), US$ 4.200 (cerca de R$ 22 mil) e até US$ 5.750 (em torno de R$ 30 mil) na categoria VIP.
A Fifa já projeta um resultado histórico fora de campo. A entidade estima arrecadar US$ 8,911 bilhões (R$ 45.7 bilhões) com o Mundial disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. O valor representa cerca de 68% dos quase US$ 13 bilhões (R$ 66.7 bilhões) previstos para todo o ciclo financeiro da entidade entre 2023 e 2026, segundo o orçamento revisado divulgado pela entidade.
A projeção faz da Copa de 2026 a mais lucrativa da história da Fifa. A receita estimada para esta edição supera com folga os US$ 6,31 bilhões obtidos com o Mundial do Catar, em 2022. Nas edições anteriores, a arrecadação foi de US$ 5,36 bilhões em 2018, US$ 4,83 bilhões em 2014, US$ 3,66 bilhões em 2010 e US$ 2,28 bilhões em 2006.
O principal fator para esse salto é o novo formato da competição. Pela primeira vez, o Mundial reúne 48 seleções, em vez de 32, e passa a contar com 104 partidas, contra 64 nas edições anteriores. O aumento do número de jogos amplia a oferta de ingressos, cria novos espaços comerciais para patrocinadores e eleva o interesse de emissoras e plataformas de streaming ao redor do mundo.