"Roupa da sorte" e/ou mesmo lugar no sofá. Esses são alguns dos rituais que um grupo de torcedores repete a cada jogo da Copa do Mundo, disputada pela primeira vez em três países (EUA, Canadá e México). Aliás, Cristiano Ronaldo é um famoso que integra esse time de pessoas cheias de manias - no caso do camisa 7 em relação aos momentos que antecedem as partidas.
Mas por que tem quem recorra a esse tipo de comportamento? O que a psicologia diz sobre essa atitude? "Nosso cérebro está sempre tentando encontrar padrões e relações entre os acontecimentos. Se uma pessoa usou um certo objeto em uma vitória, pode começar a associar aquele objeto à sensação de sucesso e expectativa positiva", afirma a psicóloga Kamilla Bielawski ao Purepeople.
"Mesmo sabendo racionalmente que isso não influencia o resultado do jogo, repetir esse ritual pode trazer uma sensação de segurança e de participação", prossegue a profissional.
Copa do Mundo com rituais é mais apoio psicológico do que crença
Mas será que repetir roupas ou se prender a superstições tem a ver com insegurança ou falta de confiança naquele time? "Não necessariamente. As superstições costumam aparecer em situações importantes e imprevisíveis, elas refletem uma tentativa de lidar com a incerteza e manter uma sensação de controle e esperança", reflete a psicóloga.
"No final das contas, o ritual funciona mais como um apoio psicológico do que como uma crença absoluta de que aquilo realmente vai determinar o resultado", continua Kamilla, acresc...
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