França encara grupo equilibrado com Noruega e Senegal na Copa

Bleus são favoritos ao título, enquanto escandinavos surgem como possível surpresa

8 jun 2026 - 14h55
(atualizado às 15h09)

Uma das favoritas ao título da Copa do Mundo, a França, liderada pelo atacante Kylian Mbappé, terá pela frente uma fase de grupos bastante equilibrada, com confrontos de alto nível diante de Senegal e Noruega. O Iraque, por sua vez, aparece como azarão do grupo I.

Bleus são favoritos ao título, enquanto escandinavos surgem como possível surpresa
Bleus são favoritos ao título, enquanto escandinavos surgem como possível surpresa
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Os Bleus, comandados por Didier Deschamps, chegarão à América do Norte com um retrospecto expressivo. A seleção conquistou o título mundial em 2018, na Rússia, e foi vice-campeã em 2022, no Catar, quando perdeu a decisão para a Argentina nos pênaltis.

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Apesar da campanha abaixo das expectativas na última Eurocopa, a França segue contando com um elenco repleto de talentos. A equipe costuma praticar um futebol baseado em transições ofensivas rápidas e verticais, lideradas por Mbappé, sem abrir mão da solidez defensiva proporcionada por nomes como Mike Maignan, Ibrahima Konaté, Dayot Upamecano, William Saliba e Lucas Hernández.

Do meio-campo para frente, os franceses não dependerão exclusivamente do astro do Real Madrid. O time também conta com a criatividade e a qualidade técnica de Aurélien Tchouaméni, Rayan Cherki, Ousmane Dembélé, Michael Olise, Marcus Thuram e outros destaques.

Uma das principais ameaças à liderança francesa na chave é a Noruega, que vem chamando atenção pelas atuações recentes, entre elas os massacres em cima da Itália, e desponta como uma possível surpresa do Mundial. Liderados por Erling Haaland, os escandinavos contam com uma equipe que combina força física, transições ofensivas velozes e eficiência nas ligações diretas ao ataque.

O artilheiro do Manchester City é a principal referência ofensiva da seleção, mas o técnico Stale Solbakken também dispõe dos talentos de Martin Odegaard, Sander Berge, Patrick Berg, Antonio Nusa, Alexander Sorloth, Jorgen Strand Larsen e Jens Petter Hauge.

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A Noruega não figura entre as principais candidatas ao título, mas chega ao torneio cercada de expectativa e sonha em superar suas melhores campanhas em Copas do Mundo, quando alcançou as oitavas de final em 1938 e 1998.

Ofensividade e intensidade física são características que devem marcar a participação de Senegal no torneio. Os africanos pretendem combinar velocidade pelos lados do campo, solidez defensiva e transições rápidas, sustentadas por um meio-campo compacto e competitivo.

As esperanças senegalesas de igualar ou superar a histórica campanha de 2002, quando a equipe alcançou as quartas de final sob o comando de Bruno Metsu, passam pelos pés de Sadio Mané, atualmente companheiro de Cristiano Ronaldo no futebol saudita.  A seleção também contará com a experiência de Kalidou Koulibaly e Édouard Mendy.

A nova geração do país também desperta atenção, especialmente com nomes como Nicolas Jackson, Pape Matar Sarr e Lamine Camara, que atuam em grandes clubes europeus, respectivamente Chelsea, Tottenham e Monaco.

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Correndo por fora no Grupo I, o Iraque garantiu vaga na Copa do Mundo após superar a repescagem e retornará ao torneio pela primeira vez em quatro décadas. A missão da equipe será competir por pontos diante de França, Noruega e Senegal, tarefa que promete ser bastante complicada.

Sob o comando do experiente Graham Arnold, os iraquianos costumam atuar com um estilo de jogo físico, defensivo e baseado em transições diretas, destacando-se pela disciplina tática. As principais referências da seleção são Aymen Hussein, Amir Al-Ammari e Ali Al-Hamadi, atacante que atua no futebol inglês.

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