Com 63 cartões amarelos no Brasileirão de 2026, o Flamengo acumularia cerca de R$ 3,2 milhões em multas se o torneio seguisse o padrão financeiro da Fifa para a Copa do Mundo, que estipula US$ 10 mil por advertência. O montante, contudo, é apenas uma simulação para dimensionar o impacto disciplinar em outro contexto, já que o regulamento da CBF não prevê cobrança financeira automática por amarelos, aplicando apenas a suspensão a cada três advertências acumuladas.
O comportamento dos jogadores pode ter consequências que vão além das suspensões dentro de campo. Em determinadas competições internacionais, as advertências também representam punições financeiras para as equipes, com valores estabelecidos pelos regulamentos das entidades.
No Campeonato Brasileiro de 2026, o Flamengo chegou à marca de 63 cartões amarelos. Embora essas advertências não provoquem automaticamente multas financeiras na competição nacional, o cenário seria diferente caso fossem utilizados os valores previstos pela FIFA para a Copa do Mundo.
Pelo parâmetro de US$ 10 mil por cartão amarelo, as 63 advertências representariam uma cobrança de US$ 630 mil. O montante equivale a aproximadamente R$ 3,2 milhões, considerando a cotação de R$ 5,08.
O valor chama atenção porque considera exclusivamente os cartões amarelos. Outras infrações disciplinares, como expulsões, poderiam gerar punições adicionais em competições que adotassem regras semelhantes.
No Brasileirão, entretanto, o Flamengo está sujeito ao regulamento disciplinar da CBF. A principal consequência do acúmulo de cartões é a suspensão automática do jogador que recebe três advertências em partidas diferentes.
A comparação com a Copa do Mundo serve para dimensionar o impacto financeiro que as advertências poderiam representar em outro contexto. Os R$ 3,2 milhões não correspondem a uma dívida do Flamengo, mas ao resultado de uma simulação baseada nos valores utilizados como referência pela FIFA.