Resumo
A Conmebol rejeitou o pedido do Flamengo para eliminar o Estudiantes da Copa Libertadores por suposta escalação irregular do zagueiro Marcos Rojo na semifinal. Amparado por uma decisão prévia do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), o clube argentino apresentou sua defesa dentro do prazo e teve sua presença confirmada na final contra o Palmeiras, em Montevidéu. A entidade máxima do futebol sul-americano ainda concedeu um prazo de sete dias para que o clube brasileiro recorra da decisão.
A Conmebol rejeitou o pedido do Flamengo para eliminar o Estudiantes da Copa Libertadores por suposta escalação irregular do zagueiro Marcos Rojo na semifinal. Amparado por uma decisão prévia do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), o clube argentino apresentou sua defesa dentro do prazo e teve sua presença confirmada na final contra o Palmeiras, em Montevidéu. A entidade máxima do futebol sul-americano ainda concedeu um prazo de sete dias para que o clube brasileiro recorra da decisão.
O Estudiantes de La Plata emitiu nota oficial em que afirma que a Conmebol rejeitou integralmente a reclamação do Flamengo sobre o pedido de eliminação do clube argentino na Libertadores da América por escalação irregular de Marcos Rojo. A Conmebol confirmou a decisão e deu sete dias para o Flamengo recorrer.
O Flamengo acionou a entidade máxima do futebol e pediu a recuperação do direito de disputar a decisão da Libertadores da América, diante do Palmeiras, no dia 28 de novembro, em Montevidéu. Contudo, com a nota oficial, os argentinos confirmaram a presença na reedição da final de 1968.
Estudiantes apresentou defesa dentro do prazo
"O Club Estudiantes de La Plata informa que a Comissão Disciplinar da CONMEBOL decidiu rejeitar integralmente o protesto apresentado pelo Flamengo referente à suposta escalação irregular de Marcos Rojo na semifinal da Copa CONMEBOL Libertadores 2026, bem como o seu pedido de medidas cautelares. Nos vemos no dia 28, família!", escreveu o Estudiantes em nota oficial.
O Estudiantes apresentou sua defesa à Conmebol dentro do prazo estabelecido, enquanto o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) encaminhou os fundamentos da decisão provisória que permitiu ao zagueiro enfrentar o Flamengo na semifinal.
Na última terça-feira, o presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón, concedeu entrevista à imprensa local e afirmou não existir risco do clube não disputar a final da Libertadores da América diante do Palmeiras.
"Desde o primeiro momento com o tema do Marcos (Rojo) nos assessoramos, não queríamos ter nenhum problema. Se tivéssemos o risco, não íamos fazer nada. O TAS foi a favor de nós. Mas o mais importante é que nós não corremos o risco de não jogar a final", declarou Verón.