Sincero, Endrick comenta pressão no futebol: "Não é difícil ser jogador"

Atacante do Real Madrid e da Seleção Brasileira diz que atletas passam por momentos de dificuldade, mas minimiza contratempos da profissão

27 set 2026 - 16h33
(atualizado às 16h33)
Resumo
Em entrevista à TV Globo durante a concentração da Seleção Brasileira, o atacante Endrick relativizou a pressão vivida no futebol. O jogador do Real Madrid afirmou que a profissão não é difícil quando comparada à rotina dos trabalhadores comuns, que encaram longas jornadas e acordam cedo diariamente. Para o atleta, apesar das cobranças e da exposição, os jogadores devem ser gratos pelos altos salários e privilégios proporcionados pelo esporte, capazes de transformar a vida de suas famílias.
Endrick em ação pela Seleção Brasileira –
Endrick em ação pela Seleção Brasileira –
Foto: Rafael Ribeiro / CBF / Jogada10

Em meio ao período de concentração da Seleção Brasileira para os amistosos da Data Fifa, Endrick usou de fraqueza ao comentar sobre a pressão que jogadores de futebol passam na carreira. O atacante do Real Madrid reconheceu que a profissão se depara com cobranças e momentos difíceis, mas destacou que os atletas desfrutam de privilégios financeiros que poucos trabalhadores têm acesso.

O ex-jogador do Palmeiras afirmou que, apesar da pressão constante e da exposição pública, os jogadores recebem salários capazes de transformar completamente suas vidas e as de suas famílias. Para ele, essa condição diferencia os jogadores da maioria das pessoas que enfrentam desafios diários em outras profissões.

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"A gente (jogadores de futebol) tem uma pressão enorme, mas tem que ser agradecido pelo que o futebol proporciona. Claro que tem momentos de pressão, mas o futebol proporciona coisas maravilhosas para a gente, que podem mudar a vida das nossas famílias", iniciou ele, em entrevista à TV Globo.

Endrick ressaltou ainda que as maiores dificuldades estão na rotina dos trabalhadores comuns, que precisam lidar com longas jornadas de trabalho, deslocamentos cansativos e poucas horas de sono. Segundo o atacante, essa realidade exige um esforço muito maior do que os desafios enfrentados dentro do futebol.

"Não é difícil ser jogador. Sim, algumas coisas que acontecem são difíceis, mas a gente não pode falar que é difícil ser jogador. Difícil é ser uma pessoa que acorda 5h da manhã para ir trabalhar, trabalhando de segunda a domingo", ressaltou.

Endrick em ação pela Seleção Brasileira –
Foto: Rafael Ribeiro / CBF / Jogada10

"A gente está dentro do futebol, fazendo o que a gente mais ama e ganhando um dinheiro que pode mudar a vida da nossa família. A gente só tem que agradecer a Deus por esse momento", acrescentou.

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Endrick deve ser opção no banco em segundo amistoso

O camisa 9 participou como titular do empate por 1 a 1 diante da Austrália. Contudo, para o próximo duelo contra os australianos, na terça-feira (29), há a possibilidade de o atacante ficar no banco de reservas. A comissão técnica avalia alternativas para a escalação e pode promover mudanças na equipe em relação ao confronto anterior.

Após encerrar a sequência de amistosos, que ainda inclui um compromisso contra a Índia no próximo sábado (2), Endrick retornará à Espanha para se reapresentar ao Real Madrid.

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