O empate com a Austrália reacendeu dúvidas sobre a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti para o ciclo de 2030. Com sete remanescentes da última Copa, a equipe sofreu com a sobrecarga no meio de campo no esquema 4-2-4 e não controlou o ritmo do jogo. O treinador admitiu o equilíbrio, pediu paciência e indicou mudanças táticas com três meias para o reencontro com os australianos nesta terça-feira, em Brisbane, parte de uma série de testes que inclui um duelo contra a Índia em outubro.
O empate com a Austrália deixou novas dúvidas sobre o momento da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti. Segundo Cahê Mota, do ge, a equipe voltou a apresentar problemas no meio de campo e dificuldade para controlar o ritmo da partida.
O Brasil começou o confronto com sete jogadores que estiveram na última Copa do Mundo e encontrou dificuldades diante dos australianos. Danilo Santos e Bruno Guimarães ficaram sobrecarregados na construção e na recomposição, deixando espaços explorados pelo adversário.
Ancelotti reconheceu que a partida foi equilibrada e destacou a necessidade de continuar realizando testes.
"Foi um jogo lá e cá, com chances para os dois lados… Temos que ser pacientes porque são testes que temos que fazer, dar oportunidades aos jogadores que jogam menos e seguir na frente."
Para o próximo duelo contra a Austrália, na terça-feira, às 7h (de Brasília), em Brisbane, o treinador indicou uma possível mudança no esquema. A Seleção pode atuar com três meio-campistas, em vez do 4-2-4 utilizado no primeiro encontro.
"Às vezes, jogaremos com o sistema de hoje (4-2-4) e podemos jogar também com três meio-campistas. Por isso são testes agora para provar."
Depois da segunda partida contra a Austrália, o Brasil enfrentará a Índia, em Calcutá, no dia 3 de outubro.