Carlo Ancelotti esclareceu por que Bruno Guimarães foi o responsável pela cobrança de pênalti desperdiçada pelo Brasil na derrota para a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O treinador revelou que a comissão técnica utiliza um levantamento estatístico para definir a ordem dos cobradores e explicou que os jogadores mais bem colocados no ranking não estavam em campo naquele momento.
Segundo o italiano, Neymar lidera a lista de cobradores da Seleção, seguido por Igor Thiago, Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Martinelli. Como os três primeiros não participavam da partida quando o pênalti foi marcado, a responsabilidade ficou com o volante do Newcastle.
"(A escolha foi) porque fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor a bater o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha, depois Bruno Guimarães, depois Martinelli. Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo", disse.
As opções de Ancelotti estavam no banco
Neymar começou a partida no banco e só entrou no segundo tempo, quando converteu um pênalti sofrido por Casemiro já nos acréscimos. Já Igor Thiago e Raphinha também iniciaram como reserva, mas não entraram em campo.
Bruno Guimarães assumiu a cobrança aos 13 minutos do primeiro tempo, mas finalizou em meia altura e facilitou a defesa do goleiro Nyland. O lance acabou pesando na eliminação brasileira.
Na última temporada europeia, o volante converteu os dois pênaltis que cobrou pelo Newcastle, embora não fosse o cobrador oficial da equipe. Já Vinícius Júnior, apontado por parte da torcida como alternativa para a cobrança, acertou cinco das sete penalidades que executou pelo Real Madrid na temporada 2025/26 e também tem um gol de pênalti pela Seleção, marcado em amistoso contra a Guiné, em 2023.
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