Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira, aos 68 anos, tinha desenvoltura para conceder entrevistas e firmar máximas. Foi o que o moveu em uma candidatura ao Senado em 1998, por exemplo.
Em 2011, Oscar teve diagnosticado um tumor cerebral, o qual enfrentou por mais de uma década. Foram duas cirurgias e sessões de quimioterapia até estar curado.
- "Esse tumorzinho pegou o cara errado" (TV Globo, 2017).
Reconhecendo que o basquete não ocupa o favoritismo no esporte brasileiro, Oscar não guardava rancor disso. Pelo contrário, ficava ainda mais satisfeito com sua posição.
- "Acho normal o futebol ter mais espaço na mídia. Mas fico orgulhoso de ser ídolo do esporte no país do futebol" (Jornal do Brasil, 1999).