Veja como a imprensa internacional repercutiu a morte de Oscar Schmidt

Ex-jogador de basquete morreu nesta sexta, aos 68 anos, em São Paulo.

17 abr 2026 - 19h32
Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, em São Paulo.
Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, em São Paulo.
Foto: Clayton de Souza/Estadão / Estadão

A imprensa internacional repercutiu nesta sexta-feira, 17, a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, aos 68 anos. Um dos maiores cestinhas da história, o brasileiro foi lembrado por veículos estrangeiros como uma lenda do esporte.

O “Mão Santa” passou mal nesta sexta e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba (SP), mas não resistiu. Ele havia sido diagnosticado com câncer no cérebro em 2011.

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Veja como a imprensa internacional repercutiu a morte de Oscar Schmidt:

AP — Um dos maiores cestinhas da história do basquete

A agência de notícias americana Associated Press destacou o grande número de pontos marcados por Oscar ao longo da carreira.

“Amado no Brasil por se dedicar à seleção nacional por 19 anos e se tornar um dos maiores cestinhas da história do basquete. Ele também foi protagonista de uma vitória histórica contra os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987”, escreveu.

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Clarín — Lenda do basquete mundial

O jornal argentino Clarín afirmou que Oscar foi uma das maiores lendas do esporte.

“Consolidou-se como o maior cestinha da história do basquete, com 49.703 pontos. Ele também detém o recorde de maior número de pontos em Jogos Olímpicos, com 1.093”, destacou.

Gazetta dello Sport — Adeus a uma lenda do basquete

O jornal italiano La Gazzetta dello Sport também ressaltou o status de Oscar como um dos maiores cestinhas de todos os tempos e relembrou sua passagem pela Itália.

“O ex-astro brasileiro chegou à Itália em 1982, jogando pelo Snaidero, onde permaneceu até 1990, passando depois para o Pavia”, escreveu.

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Marca — Lenda do basquete

O jornal espanhol Marca referiu-se a Oscar como uma lenda do basquete e lembrou os clubes pelos quais atuou.

“Embora tenha competido a maior parte de sua vida no Brasil, por clubes como Palmeiras e Flamengo, Schmidt também jogou no Juvecaserta italiano (1982-1990) e no Forum Valladolid (1993-1995). Em 2013, o brasileiro foi incluído no Hall da Fama do basquete dos EUA, ao lado de outras lendas do esporte”, escreveu.

Le Figaro — Uma carreira excepcionalmente longa

O jornal francês Le Figaro destacou a longevidade da carreira de Oscar Schmidt e também o classificou como uma lenda do esporte.

“Apelidado de ‘Mão Santa’, ele marcou 49.737 pontos ao longo de sua longa e prolífica carreira em clubes e na seleção nacional, um recorde mundial que permaneceu por muito tempo até ser superado pelo astro americano LeBron James em 2024”, afirmou.

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Fonte: Portal Terra
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