Liam Lawson explicou sobre a vantagem única da Racing Bulls, elogiando a equipe por "ter sobrevivido por pouco" e, ao mesmo tempo, conquistar uma grande quantidade de pontos no GP de Mônaco. O neozelandês cruzou a linha de chegada em quinto lugar, igualando seu melhor resultado na carreira, seguido de seu companheiro de equipe, Arvid Lindblad, em sexto.
Após largar entre os 10 primeiros, Lawson foi ganhando posições ao longo da corrida, enquanto vários pilotos enfrentavam problemas de confiabilidade. Nesse contexto, ele afirmou que a capacidade da Racing Bulls de se manter longe de problemas no caminho para a conquista de pontos não está ligada exclusivamente a Mônaco.
O neozelandês também avaliou positivamente o início da temporada, destacando que bons resultados foram conquistados até mesmo em finais de semana mais complicados ou em que a equipe precisou largar mais atrás do pelotão. Em sua visão, isso explica o bom momento vivido ao longo das primeiras etapas do campeonato.
Lawson quase não participou da corrida em Monte Carlo, devido a um problema durante a preparação para o evento. Isso obrigou a equipe a correr contra o tempo para colocar o carro no grid, o que rendeu mais elogios do piloto, que enalteceu a capacidade dos mecânicos de trabalhar sob tanta pressão. “Montar um carro literalmente dois minutos antes da largada, não ter problemas durante a corrida e ter um carro competitivo foi muito, muito legal”, acrescentou.