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Shein estreia na Bolsa de Hong Kong de olho em oferta de US$ 1,7 bilhão

Varejista de moda pretende oferecer 280 milhões de ações e pode alcançar valor de mercado de US$ 26,8 bilhões

24 ago 2026 - 04h08
Resumo
A Shein fará sua estreia na Bolsa de Hong Kong em 1º de setembro para arrecadar US$ 1,7 bilhão, com a meta de alcançar uma avaliação de US$ 26,8 bilhões. A gigante do fast-fashion, sediada em Singapura, obteve o aval de Pequim após enfrentar entraves regulatórios para abrir capital em Nova York e Londres. Conhecida pela cadeia de produção ágil e preços baixos, a varejista busca consolidar sua expansão global apesar de enfrentar questionamentos sobre direitos humanos e impactos ambientais.

A Shein fará sua estreia na Bolsa de Hong Kong em 1º de setembro, com a expectativa de arrecadar US$ 1,7 bilhão, informou a varejista digital de moda nesta segunda-feira, 24.

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Segundo comunicado da Bolsa de Hong Kong, a gigante do segmento de moda rápida pretende oferecer 280 milhões de ações para levantar até 13,86 bilhões de dólares de Hong Kong, o equivalente a US$ 1,7 bilhão.

Com a operação, a companhia pode alcançar uma avaliação de US$ 26,8 bilhões, de acordo com documento apresentado ao mercado.

Fundada na China e atualmente sediada em Singapura, a Shein recebeu em julho o aval de Pequim para realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em Hong Kong. Os planos anteriores de abrir o capital em Nova York e Londres enfrentaram entraves regulatórios nos últimos anos, segundo informações da imprensa.

A empresa tem sido alvo de questionamentos sobre seu impacto ambiental e de acusações de violações de direitos humanos. No ano passado, o presidente executivo da Shein afirmou à AFP que a companhia mantém "tolerância zero" com o trabalho forçado.

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A maioria das fábricas da Shein está localizada na China. A varejista se diferencia dos concorrentes pela rapidez no desenvolvimento de produtos e por uma cadeia de produção considerada altamente eficiente.

Com uma ampla variedade de itens vendidos a preços baixos, a Shein alcançou nos Estados Unidos um nível de presença comparável ao da Amazon./com AFP

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