As ações da China continental e de Hong Kong avançaram nesta sexta-feira, com o índice de referência de Xangai ultrapassando a barreira psicológica dos 4.100 pontos, atingindo o maior nível em uma década, à medida que o otimismo dos investidores melhorou com sinais de alívio das pressões deflacionárias.
A inflação anual dos preços ao consumidor na China acelerou para um máximo de 34 meses em dezembro, enquanto a deflação dos preços ao produtor persistiu, reforçando as expectativas do mercado quanto a estímulos adicionais para sustentar a fraca demanda.
No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,92%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,45%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,32%.
"Continuamos otimistas em relação às ações chinesas, em parte porque esperamos que os esforços da China para equilibrar a demanda e a oferta internas sejam favoráveis às perspectivas de lucros e impulsionem revisões positivas nas estimativas consensuais de lucros", afirmou William Bratton, diretor de pesquisa do BNP Paribas Exane.
"No entanto, dada a sequência esperada dos impactos realizados, temos uma preferência de curto prazo por sub setores de materiais, industriais e tecnologia em detrimento de seus pares diretos voltados para o consumidor."
O subíndice de materiais do CSI 300 subiu 1,51%, enquanto o índice de materiais do Hang Seng ganhou 2,29%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,6%, a 51.939 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,32%, a 26.231 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,92%, a 4.120 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,45%, a 4.758 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,75%, a 4.586 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,24%, a 30.288 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,12%, a 4.744 pontos.
. Em SYDNEY, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,03%, a 8.717 pontos.