Ibovespa avança na abertura com Oriente Médio sob holofote em meio a noticiário corporativo intenso

23 mar 2026 - 10h09

O Ibovespa ‌abria com viés positivo nesta segunda-feira, com agentes financeiros contrabalançando noticiário sobre o conflito no Oriente Médio, em um começo de semana também movimentado para a cena ⁠corporativa, com nomes como Embraer, Casas Bahia, ‌CSN e Fleury sob os holofotes.

Às 10h05, o Ibovespa, referência do mercado ‌acionário brasileiro, subia 0,16%, a ‌176.506,70 pontos. O contrato futuro ⁠do índice com vencimento mais curto, em 15 de abril, avançava 0,41%.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou em relação a ameaças de que destruiria usinas ‌de energia iranianas, afirmando nesta segunda-feira que ‌deu instruções para ⁠adiar ⁠quaisquer ataques militares por cinco dias. Em uma publicação ⁠no Truth ‌Social, ele também ‌disse que EUA e Irã tiveram conversas "muito boas e produtivas" nos últimos dois dias sobre uma "resolução completa e total ⁠das hostilidades no Oriente Médio".

A declaração de Trump fez o petróleo desabar, com o barril sob o contrato Brent sendo negociado a ‌US$101,11, em queda de 9,88%, após chegar a US$96 na mínima e US$114,43 ⁠na máxima no dia mais cedo, antes da publicação de Trump.

A agência de notícias iraniana Fars, citando uma fonte, publicou, porém, que não há comunicações diretas ou indiretas com os EUA. Também disse que Trump recuou da ameaça de atacar usinas de energia iranianas após o Irã alertar que atacaria usinas de energia em toda a Ásia Ocidental em retaliação.

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