O Goldman Sachs e o Morgan Stanley proibiram seus funcionários de negociar contratos de mercados preditivos ligados a finanças e a eventos políticos, disse nesta quinta-feira uma fonte familiarizada com o assunto.
No caso do Goldman Sachs, um memorando divulgado anteriormente estabelece uma política que impede os funcionários de participar de contratos baseados em eventos que possam criar conflitos de interesse reais ou percebidos com o banco, seus clientes ou o setor financeiro de forma mais ampla.
A Bloomberg News, que noticiou a medida primeiro, informou que violações repetidas podem resultar em medidas disciplinares, incluindo demissão. Funcionários também poderão ser obrigados a abrir mão dos lucros obtidos em negociações proibidas.
As restrições não se aplicam a contratos de mercados de previsão relacionados a esportes e entretenimento, segundo a fonte.
No caso do Morgan Stanley, a fonte afirmou que o código de conduta do banco para funcionários abrange temas relacionados a negociações e investimentos, incluindo mercados preditivos.
A fonte não detalhou as políticas específicas para cada plataforma, afirmando que essas informações não são públicas.
Plataformas de mercados preditivos como Kalshi e Polymarket registraram rápido crescimento recentemente, aumentando preocupações sobre supervisão regulatória antes das eleições legislativas de meio de mandato dos Estados Unidos.