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Goldman Sachs e Morgan Stanley proíbem funcionários de negociar contratos de mercados preditivos ligados a finanças e política, diz fonte

9 jul 2026 - 18h08

O Goldman Sachs ‌e o Morgan Stanley proibiram seus funcionários de negociar contratos de mercados preditivos ligados a finanças e a eventos políticos, disse nesta quinta-feira uma fonte ⁠familiarizada com o assunto.

No caso do ‌Goldman Sachs, um memorando divulgado anteriormente estabelece uma política que impede ‌os funcionários de participar ‌de contratos baseados em eventos que ⁠possam criar conflitos de interesse reais ou percebidos com o banco, seus clientes ou o setor financeiro de forma mais ampla.

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A Bloomberg News, que ‌noticiou a medida primeiro, informou que violações ‌repetidas podem ⁠resultar ⁠em medidas disciplinares, incluindo demissão. Funcionários também poderão ⁠ser obrigados ‌a abrir mão ‌dos lucros obtidos em negociações proibidas.

As restrições não se aplicam a contratos de mercados de previsão relacionados a ⁠esportes e entretenimento, segundo a fonte.

No caso do Morgan Stanley, a fonte afirmou que o código de conduta do banco ‌para funcionários abrange temas relacionados a negociações e investimentos, incluindo mercados preditivos.

A ⁠fonte não detalhou as políticas específicas para cada plataforma, afirmando que essas informações não são públicas.

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Plataformas de mercados preditivos como Kalshi e Polymarket registraram rápido crescimento recentemente, aumentando preocupações sobre supervisão regulatória antes das eleições legislativas de meio de mandato dos Estados Unidos.

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