O Estadão promove uma série de debates sobre os desafios econômicos e institucionais do próximo governo brasileiro. Nesta segunda-feira, os economistas Eduardo Giannetti e Samuel Pessôa discutem segurança jurídica e previsibilidade no cenário nacional. O ciclo já abordou a questão fiscal e o desenvolvimento econômico com outros especialistas, e será concluído com um debate entre José Roberto Mendonça de Barros e Elena Landau sobre a relação entre os Três Poderes e o crescimento do País.
O Estadão realiza nesta segunda-feira, 24, o terceiro debate que discute os principais desafios econômicos que o próximo governo terá pela frente.
No programa desta segunda, os convidados são Eduardo Giannetti, economista, filósofo e integrante da Academia Brasileira de Letras, e Samuel Pessôa, pesquisador do FGV Ibre.
Giannetti e Samuel traçam um diagnóstico do cenário institucional brasileiro e como o País pode criar um ambiente com mais segurança jurídica e previsibilidade.
A série de debates teve início em 6 de agosto, quando os economistas Alexandre Schwartsman e Ana Paula Vescovi discutiram como resolver o problema fiscal brasileiro e quais devem ser as escolhas do próximo governo e do Congresso para estabilizar a dívida pública.
No dia 13 de agosto, foi a vez de os economistas Marcos Lisboa e Solange Srour debaterem a questão do crescimento e desenvolvimento: em um cenário no qual a economia brasileira tem ficado para trás em relação ao resto do mundo, quais são as bases que o novo governo precisa estabelecer para que o País ingresse no grupo das nações ricas.
A série de debates será encerrada nesta terça-feira, 24, às 17h. Os economistas José Roberto Mendonça de Barros e Elena Landau discutem como melhorar a relação entre os Três Poderes e criar um ambiente institucional que favoreça o crescimento econômico, com mais segurança jurídica e previsibilidade nas decisões.