Criação de vagas de trabalho nos EUA provavelmente acelerou em janeiro, com taxa de desemprego em 4,4%

11 fev 2026 - 07h28

A criação de ‌vagas de trabalho nos Estados Unidos provavelmente acelerou em janeiro diante de um número menor de demissões em alguns setores sazonais, mas o mercado de trabalho permaneceu lento já que a incerteza ⁠persistente sobre as tarifas de importação moderou as ‌contratações e a aplicação mais rigorosa das leis de imigração restringiu a oferta de trabalhadores.

O relatório ‌de emprego do Departamento do ‌Trabalho, que será divulgado nesta quarta-feira, também ⁠deve mostrar que a taxa de desemprego se manteve em 4,4% no mês passado e que o crescimento salarial anual desacelerou. Economistas afirmaram que as políticas comerciais e de imigração do governo ‌Trump esfriaram o mercado de trabalho, embora esperem que ‌os cortes de ⁠impostos impulsionem ⁠as contratações este ano.

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O mercado de trabalho tem enfrentado dificuldades, ⁠apesar do crescimento ‌econômico robusto. A ‌ansiedade em relação aos empregos e a inflação elevada minaram a aprovação dos norte-americanos em relação à gestão da economia pelo presidente Donald ⁠Trump. Setores sazonais, como varejo e empresas de entrega, contrataram menos trabalhadores temporários do que o normal no ano passado. Janeiro é normalmente o mês com mais ‌demissões relacionadas às festas de fim de ano. Dada a baixa contratação sazonal, as demissões provavelmente ⁠foram menores, o que elevaria os ganhos de emprego.

A economia norte-americano provavelmente abriu 70.000 empregos fora do setor agrícola no mês passado, após 50.000 em dezembro, mostrou uma pesquisa da Reuters com economistas. O relatório de emprego, inicialmente previsto para a última sexta-feira, foi adiado devido à paralisação de três dias do governo federal.

As estimativas variaram de uma perda de 10.000 empregos a um ganho de 135.000 vagas. Algumas pesquisas privadas sugeriram perdas de empregos em janeiro.

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