A Azul confirmou a captação de cerca de R$ 1,3 bilhão junto ao BNDES, via FNAC, referente à primeira parcela de um financiamento que pode totalizar R$ 2,66 bilhões em cinco anos. A segunda metade do montante deve entrar no caixa entre outubro e dezembro deste ano. A operação visa ampliar a liquidez e fortalecer a estrutura financeira da aérea, sendo que R$ 400 milhões já foram destinados à quitação antecipada de uma dívida mais cara, apoiando sua gestão de passivos.
A Azul (AZUL3) confirmou, em comunicado divulgado nesta terça-feira (29), a liberação de uma primeira parcela de aproximadamente R$ 1,3 bilhão dentro de um financiamento firmado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Os recursos partem do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e integram um contrato que pode somar até R$ 2,66 bilhões ao longo de sua vigência, com prazo total de cinco anos.
Conforme divulgado pela companhia, a segunda parte do valor contratado, também próxima de R$ 1,3 bilhão, tem previsão de entrada no caixa da aérea entre outubro e dezembro deste ano.
Em fato relevante, a Azul destacou que a operação amplia sua margem de liquidez e contribui para o fortalecimento da estrutura financeira da empresa, servindo de suporte às ações de gestão de passivos já em curso e ao planejamento estratégico de longo prazo adotado pela companhia.
Recursos vão quitar dívida da Azul (AZUL3) antecipadamente
A companhia esclareceu que uma fração dos valores captados está sendo direcionada à liquidação antecipada de um compromisso financeiro já existente, da ordem de R$ 400 milhões.
Segundo a Azul, esse passivo tinha custo mais alto que outras linhas disponíveis, o que motivou sua quitação antes do vencimento como parte da estratégia de reorganização das obrigações financeiras da empresa.