Pet play, macrofilia: especialista explica fetiches que estão em Euphoria

Descubra os fetiches de Euphoria como pet play e macrofilia. Sexólogo explica role play, dogging e mais da nova temporada. Entenda as fantasias que bombam!

14 mai 2026 - 10h27

A nova temporada de Euphoria mal começou e já transformou temas considerados tabus em conversas virais. Além dos dramas, o público agora busca entender melhor os fetiches apresentados na trama da HBO.

Foto: Divulgação/HBO Max / Famosos e Celebridades

O sucesso da série mostra como a sexualidade está sendo discutida de forma mais aberta. Segundo o sexólogo Vitor Mello, produções assim funcionam como um espelho de curiosidades antes escondidas.

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Macrofilia e o impacto visual na série

Um dos termos que explodiu nas buscas recentemente foi a macrofilia. Esse desejo envolve a atração por pessoas gigantescas ou a fantasia de gigantismo corporal.

Em Euphoria, a personagem Cassie (Sydney Sweeney) protagoniza cenas carregadas de simbolismos sobre essa desproporção física. O especialista Vitor Mello afirma que o tema desperta curiosidade por envolver poder e dominação.

Muitos desses fetiches nascem de estímulos sensoriais que são relativamente comuns no cotidiano. O interesse cresce quando o público percebe que a fantasia não está fora da realidade.

Entenda o pet play e outras práticas comuns

O pet play também chamou atenção por envolver comportamentos inspirados em animais durante a intimidade. Nessa prática, acessórios como coleiras e máscaras ajudam a construir uma dinâmica de cuidado.

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Vitor Mello explica que existe um componente psicológico importante ligado à entrega e performance. Para os praticantes, assumir essa identidade animal traz uma sensação de liberdade e diversão.

O role play é outra ferramenta usada para explorar novos fetiches. Nele, os parceiros interpretam personagens fictícios para aumentar a conexão emocional e a excitação.

Sair da própria identidade permite que as pessoas vivam situações que seriam impossíveis na rotina. Essa encenação é uma das formas mais populares de exercitar a imaginação no relacionamento.

O risco do dogging e a curiosidade pelos pés

O dogging envolve a excitação ligada ao risco de ser visto em locais públicos. Em Euphoria, a impulsividade dos personagens conversa diretamente com esse desejo de quebrar regras sociais.

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Para Vitor Mello, o cérebro humano responde intensamente à adrenalina gerada pelo proibido. Esse fator psicológico intensifica o estímulo sexual e atrai quem busca sair do óbvio.

Já a podolatria, atração por pés, segue como um dos fetiches mais presentes no imaginário. Embora não seja explícito, a série utiliza enquadramentos que valorizam partes específicas do corpo.

A valorização estética dos pés pode incluir o toque, o cheiro ou dinâmicas de admiração. É um exemplo clássico de como o desejo se manifesta em detalhes anatômicos específicos.

Quer explorar suas fantasias? Faça com segurança

Para quem deseja explorar novos desejos, o especialista Vitor Mello recomenda alguns cuidados essenciais. Confira o que é fundamental para uma experiência positiva e saudável entre o casal.

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  • Consentimento mútuo: Todas as partes devem concordar plenamente com a prática escolhida.

  • Comunicação clara: Conversem abertamente sobre limites, medos e o que traz prazer.

  • Segurança física: Certifique-se de que o ambiente e os acessórios são seguros.

  • Palavra de segurança: Estabeleça um termo para interromper a ação imediatamente se necessário.

  • Respeito aos limites: Nunca force uma situação que deixe o parceiro desconfortável ou triste.

Seguir esses passos garante que os fetiches sejam uma fonte de alegria e conexão. Afinal, a fantasia deve somar positivamente à vida sexual, sempre respeitando a saúde emocional.

Desde que exista cuidado, as fantasias fazem parte da riqueza da sexualidade humana atual. O importante é manter o diálogo e buscar informação de qualidade sobre o assunto.

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