No ar como o Caco de Dona de Mim, novela das 19h de Rosane Svartman que está na reta final, Pedro Alves já possui um novo trabalho na TV Globo. O astro atuará em Quem Ama Cuida, enredo das 21h de Walcyr Carrasco e Claudia Souto que estreia em maio.
O artista interpretará o Fernando, neto da personagem de Rosi Campos que estuda Medicina por causa da ajuda do milionário Arthur (Antonio Fagundes). Contudo, a morte do ricaço fará com que o rapaz perca o auxílio financeiro que possibilitava a graduação.
MALVADA
Pilar (Isabel Teixeira), filha de Arthur que será a grande vilã da história, fará questão de cortar a grana que era disponibilizada para os estudos de Fernando. Letícia Colin vai protagonizar o folhetim e formará um triângulo amoroso com Chay Suede e Renato Góes.
PEDRO ALVES FALA SOBRE TER SIDO CRIADO NA BÉLGICA
Entrevistado pela CARAS, Pedro Alves foi questionado sobre o que carrega de mais importante do Brasil e da Bélgica, país onde foi criado. "Nasci no Brasil e imigrei para Bélgica pequeno — pela força de uma mulher brasileira. Ter duas nações em mim é o maior presente de coragem e força da minha mãe", afirmou o astro.
"Consegui absorver o lado bom de cada país. Tenho a pontualidade, a rigidez com regras e a sinceridade belga e também tenho a amorosidade, a diversidade e a força de um brasileiro. Isso é um presente e um privilégio de poucos. Quanto mais culturas e mais línguas, mais contato com o mundo nós temos. Uma mente fechada culturalmente é uma mente pequena. Viver rodeado de culturas e línguas me abre para inúmeras possibilidades e compreensões do ser humano", destacou o artista.
IMIGRANTES
"Imigrantes são os que produzem riqueza. Tire os imigrantes da Europa e dos EUA e a economia para. Aliás, são todos imigrantes lá, né?! Estadunidense mesmo só os indígenas, que historicamente são povos originários. Obviamente que temos que ter regras, mas as pessoas não são ilegais por prazer, e sim por necessidade. E aprendi sobre a importância de se adaptar ao país que você está. Não adianta querer impor minha cultura em um país que não a compreende", refletiu Pedro.