Durante a cobertura do debate da Band, foi relembrado o episódio de 2016 em que Flávio Bolsonaro passou mal e abandonou a transmissão quando disputava a prefeitura do Rio. Na ocasião, ele foi amparado por rivais, gerando atrito após Jair Bolsonaro recusar o atendimento médico de Jandira Feghali. Paralelamente, o texto destaca críticas recentes de Rachel Sheherazade contra a postura de Flávio sobre leis trabalhistas, acusando-o de apoiar medidas que ameaçam o salário-mínimo.
Neste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) esteve com Lula (PT) no debate feito pela Band do segundo turno da eleição presidencial. Em 2016, o político do PL viveu uma situação inusitada na emissora quando participou do debate entre candidatos para a prefeitura do Rio de Janeiro.
O filho de Jair Bolsonaro passou mal, teve dificuldades para ficar em pé e foi segurado pelos braços por Carlos Osório (PSDB) e Jandira Feghali (PCdoB). "Ele tá passando mal", disse Carlos. "Tem que segurar", alertou Feghali. Sérgio Costa, que apresentava o debate, pediu para a assessoria de Flávio ajudar.
"Vamos então para um breve intervalo e voltamos a seguir", anunciou o jornalista em seguida. No retorno do comercial, Sérgio declarou que o político não seguiria no debate após passar mal. Jandira resolveu ainda revelar algo que aconteceu nos bastidores.
"Eu não gostaria de terminar essa resposta sem denunciar o que houve no intervalo", apontou a candidata do PT. "Eu fui atender, como médica, e o pai dele disse que não precisava dos meus cuidados. A solidariedade não faz parte desse grupo fascista", destacou Feghali.
Flávio Bolsonaro passou mal durante um debate da Band realizado em 2016, quando disputava a Prefeitura do Rio de Janeiro e perdeu. https://t.co/CJyvbBAMOw
— POPTime (@poptime) October 18, 2026
RACHEL SHEHERAZADE CRITICA FLÁVIO BOLSONARO
No último dia 14, Rachel Sheherazade se manifestou contra Flávio Bolsonaro. "Afinal, o que quer Flávio Bolsonaro? O que defende de verdade o candidato do PL? A redução da jornada de trabalho ou a flexibilização das leis trabalhistas? Não é estranho que só agora, aos 45 minutos do segundo tempo, depois de cair nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PL decida votar a favor da proposta que acaba com a escala 6×1?", perguntou a jornalista.
"Flávio tem uma carta na manga. Mesmo que a PEC da redução seja aprovada, na prática ela será engolida por outra lei proposta pelo coordenador de campanha do candidato do PL. Trata-se da PEC 12 de 2026, que propõe o regime de salário por hora trabalhada, que na prática impõe o fim do salário-mínimo e determina que o combinado entre patrão e empregado vale mais do que aquilo que tá escrito na lei trabalhista", destacou a famosa.
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