Veigh usou as redes sociais para se defender após um vídeo em que aparece ao lado do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, viralizar e gerar críticas. O rapper afirmou que o encontro não foi combinado e que um grupo de políticos entrou em seu camarim de surpresa, acompanhado de câmeras, durante sua apresentação na Festa Julina da cidade.
"De repente, entrou um grupo de políticos no meu camarim, com câmeras na minha cara. Quem viu o vídeo percebe o quanto eu fiquei desconfortável. Foi um movimento que não autorizei em nenhum momento, feito de forma oportunista para fortalecer o hype em cima do nome deles", contou.
🚨PRONUNCIAMENTO DO VEIGH - após vídeo com Rodrigo Manga viralizar:
"Fiquei totalmente desconfortável."
O rapper afirmou que recebeu a Bíblia como presente e não viu problema em aceitá-la, mas disse que foi surpreendido com a entrada de um grupo de políticos em seu camarim… https://t.co/cH3kvG9QLV pic.twitter.com/LEFf1hkaiO
— TrapGr0und (@trapcit0u) August 3, 2026
No vídeo que circulou nas redes, Rodrigo Manga presenteia Veigh com uma Bíblia. O rapper afirmou que não recusou o presente por acreditar em Deus e ter sido criado para tratar as pessoas com respeito, mas deixou claro que a situação o deixou visivelmente incomodado.
🚨VEIGH recebe uma Bíblia de presente do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga.
Supernova esteve presente na Festa Julina de Sorocaba pic.twitter.com/pwnOiwUpaV
— TrapGr0und (@trapcit0u) August 2, 2026
Segundo ele, qualquer reação mais incisiva poderia ser distorcida por conta de sua imagem como artista do rap, o que o levou a optar pela educação mesmo diante do desconforto.
Na noite em que o episódio ocorreu, Veigh dividiu o palco da festa com outros nomes da Supernova — gravadora independente de trap fundada pelo rapper —, como Ghard, Nagalli, Niink e G.A, diante de um público de até 20 mil pessoas por dia no espaço coberto do evento.
O pronunciamento veio após o vídeo gerar uma onda de críticas direcionadas ao próprio Veigh, com parte do público interpretando a aparição como um endosso político voluntário. O rapper foi categórico ao negar essa leitura: a entrada dos políticos no camarim não havia sido autorizada, e a gravação foi feita sem seu consentimento prévio.