Olivia Rodrigo condena universidade dos EUA por suposto caso de agressão sexual

Cantora expressou apoio a ex-aluna que moveu processo contra a instituição e membros de fraternidade

5 out 2026 - 13h10
Resumo
A cantora Olivia Rodrigo criticou a Universidade Cornell por negligência diante da denúncia de estupro coletivo feita por uma ex-aluna contra membros de uma fraternidade. Ao lado de outras celebridades, a artista acusou a instituição de proteger abusadores em detrimento das mulheres. Sem acusações criminais aos suspeitos, o caso motivou o governo de Nova York a ordenar uma revisão independente e acionar a procuradora-geral do estado.
Olivia Rodrigo condena universidade dos EUA por suposto caso de agressão sexual
Olivia Rodrigo condena universidade dos EUA por suposto caso de agressão sexual
Foto: The Music Journal

A cantora Olivia Rodrigo manifestou-se publicamente contra a Universidade Cornell, criticando a forma como a instituição lidou com um suposto caso de agressão sexual. A declaração foi feita neste domingo (4), nos Stories de seu Instagram, gerando repercussão sobre o tema.

A artista dirigiu suas palavras aos líderes da universidade, afirmando:

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"Que vergonha para Cornell e para todas as instituições que protegem estupradores e abusadores em detrimento das mulheres"

Ela também expressou total apoio à ex-aluna envolvida no processo civil.

A ex-aluna, identificada apenas como Jane Doe, moveu um processo em Nova York (EUA) no mês passado. No documento, ela alegou ter sido drogada, agredida e estuprada coletivamente por sete membros da fraternidade Chi Phi em 2024.

A fraternidade foi desativada após as denúncias, contudo, nenhum dos indivíduos supostamente implicados enfrentou acusações criminais até o momento. Este ponto foi um dos focos da crítica de Rodrigo em sua manifestação.

Em sua postagem, a jovem de 23 anos declarou:

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"Estou ao lado de Jane Doe. Sua coragem repercute por todo o país e os crimes contra ela não ficarão impunes".

A cantora de Drop Dead enfatizou a importância do ocorrido.

Rodrigo acrescentou que

"O que ela passou importa, assim como a omissão daqueles que poderiam ter intervindo, mas optaram por não fazê-lo. Ela merece respostas, consequências e mudanças duradouras"

Sua manifestação se soma a outras vozes de celebridades, como como Florence Pugh, Josh Gad, Rebel Wilson e Mariska Hargitay também se pronunciaram sobre o caso. A repercussão do processo civil levou a governadora de Nova York, Kathy Hochul, a solicitar uma revisão independente das ações da diretoria da Universidade Cornell.

Adicionalmente, a procuradora-geral Letitia James foi designada como procuradora especial para acompanhar o caso, indicando a seriedade com que as autoridades de Nova York estão tratando as alegações contra a instituição.

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