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Entre o sertanejo de raiz e o country, Max Oliver encontra a própria voz em "Quando Eu Cantar"

Com mais de 100 mil inscritos no YouTube, cantor lança pela Algohits o primeiro single de um álbum de dez faixas inspirado por sua formação musical

14 ago 2026 - 12h37
Entre o sertanejo de raiz e o country, Max Oliver encontra a própria voz em “Quando Eu Cantar”
Entre o sertanejo de raiz e o country, Max Oliver encontra a própria voz em “Quando Eu Cantar”
Foto: The Music Journal

O cantor e compositor Max Oliver acaba de lançar Quando Eu Cantar, primeiro single de seu novo projeto pela Algohits. Com mais de 100 mil inscritos no YouTube, o artista inicia uma fase que aproxima suas raízes sertanejas do country contemporâneo e do folk, antecipando um álbum homônimo de 10 faixas.

A composição parte de um sentimento que continua existindo apesar da distância. Mais do que narrar uma relação, a faixa reforça uma característica presente na escrita de Max Oliver: transformar a música em espaço para expressar aquilo que nem sempre consegue comunicar diretamente.

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"Essa música tem muito de mim. Do country, do folk, da música boa, das histórias que eu gosto de contar e, principalmente, da verdade que eu quero colocar em cada canção. 'Quando Eu Cantar' é sobre deixar a música falar por mim", afirma o artista.

Sertanejo encontra o country contemporâneo

A produção musical de Quando Eu Cantar é assinada por Enoque Rodolfo, profissional com mais de duas décadas de atuação e que trabalhou durante mais de dez anos na produção de Zé Henrique & Gabriel.

A coprodução ficou sob responsabilidade de Ricardo Lopes, nome ligado ao desenvolvimento do country brasileiro e responsável por trabalhos de Paula Fernandes, incluindo o álbum e audiovisual 11:11.

Na nova faixa, a dupla de produtores procura aproximar a tradição narrativa do sertanejo de uma estética associada ao country contemporâneo. Entre as referências internacionais aparecem Morgan Wallen e Luke Combs, enquanto Victor & Leo representam uma importante conexão brasileira entre elementos do folk e da música sertaneja.

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Influências começaram dentro de casa

A mistura apresentada no novo trabalho está diretamente ligada à formação musical de Max Oliver. Ainda criança, o cantor teve contato com diferentes universos sonoros por influência dos pais.

Com o pai, conheceu nomes fundamentais da música sertaneja de raiz, especialmente Milionário & José Rico e Chrystian & Ralf.

Posteriormente, Max aprofundou seu interesse pelo country ao conhecer trabalhos de artistas como Garth Brooks, Brad Paisley, Blake Shelton e Luke Combs. A combinação dessas referências passou a influenciar sua maneira de escrever, interpretar e tocar.

"Acho que minha identidade musical vem de uma mistura de muitas influências. Meu pai me apresentou desde pequeno à música raiz, principalmente Milionário & José Rico, e depois vieram Chrystian & Ralf e outros grandes nomes. Minha mãe trouxe a influência da música americana, e fui absorvendo referências como Metallica, Toto e Supertramp", explica.

Segundo o cantor, o contato posterior com o country completou essa formação. "Depois vieram Garth Brooks, Brad Paisley e Blake Shelton e, mais recentemente, Luke Combs e outras referências do country. Tudo isso foi, de alguma forma, moldando meu jeito de compor, cantar e tocar", acrescenta.

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Novo álbum terá dez faixas

Quando Eu Cantar funciona como ponto de partida para um projeto maior. O single é a primeira das dez músicas previstas para o próximo álbum de Max Oliver, que também receberá o título Quando Eu Cantar.

O repertório será apresentado gradualmente e terá como eixo justamente o encontro entre as raízes sertanejas do artista e as diferentes vertentes da música norte-americana que fizeram parte de sua formação.

A proposta é utilizar essa combinação não apenas como referência estética, mas como elemento de identidade. O novo projeto procura aproximar o cantor das influências que ajudaram a construir sua relação com a música desde a infância.

"Gosto de pensar que toda canção que escrevo é uma nova etapa da minha carreira. 'Quando Eu Cantar' marca o início de um novo álbum, mais conectado à minha essência musical do que o anterior", afirma Max Oliver.

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Videoclipe foi gravado no interior de São Paulo

O lançamento também ganha uma produção audiovisual dirigida por Windi Ribeiro. O videoclipe de Quando Eu Cantar foi gravado no interior de São Paulo e amplia visualmente a atmosfera desenvolvida para esta nova etapa da carreira.

A produção conta com a participação da atriz Lorraine Mota, que já havia trabalhado com Max Oliver no videoclipe de Planta e Raiz, lançado em 2025. Windi Ribeiro também assina as fotografias do novo projeto.

Ao abrir um álbum construído a partir de suas próprias referências, Quando Eu Cantar apresenta Max Oliver em um ponto de encontro entre diferentes tradições. O sertanejo que ouviu na infância, o rock apresentado pela mãe e o country descoberto posteriormente passam a dividir espaço em uma fase na qual o cantor busca transformar sua formação musical em uma identidade cada vez mais definida.

Confira:

The Music Journal Brazil
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