Michel Becker alerta para impactos da carga tributária sobre micro e pequenas empresas no Brasil

Empresário defende modernização fiscal e medidas que preservem a competitividade dos pequenos negócios diante das mudanças econômicas de 2026

29 jun 2026 - 05h34

As micro e pequenas empresas no Brasil representam mais de 90% dos negócios em movimento ativo no território nacional. A porcentagem elevada aponta para um recolhimento de impostos tido como um alicerce importante de toda a arrecadação exigida no país. Conforme dados do Sebrae e da Fundação Getúlio Vargas, os pequenos negócios representam cerca de 27% de todo o PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Isso mostra um impacto gigante no setor de comércios, serviços e indústria, principalmente no que se refere à geração de empregos.

Michel Becker
Michel Becker
Foto: Divulgação / Mais Novela

Contudo, a carga tributária destinada às micro e pequenas empresas ainda é complexa. Se o Simples Nacional chegou para tentar minimizar os impactos, os outros dois modelos (Lucro Presumido e Lucro Real) seguem o mesmo padrão de tributos elevados. "O ramo de atividade e o faturamento médio mensal ou até anual vão impactar no recolhimento desses tributos. É preciso que se busque uma modernização fiscal para o segmento, já que ele é o protagonista na geração de emprego e renda, o que movimenta o país", revela o empresário Michel Becker, ex-membro da FACIAP (Federação das Associações Comerciais do Paraná) e que hoje continua ativo em diversas associações comerciais do estado.

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O empresário segue com performance ímpar em pautas relacionadas ao ambiente de negócios, empreendedorismo e competitividade empresarial. Conhece bem o público atingido no que se refere à tributação e busca caminhos para o crescimento ramificado dos setores que abrangem os pequenos negócios. "Há uma ausência concreta de estratégias para simplificar de forma definitiva o recolhimento de impostos. O que precisamos é mudar essa chave, entregando ao setor de comércios, serviços e indústria o fôlego necessário para o real crescimento do país.", afirma Michel.

As diversas contribuições associadas às alíquotas distintas e principalmente à abundância dos impostos (sejam eles municipais, estaduais e federais) ainda reverberam num amplo desafio aos empreendedores que buscam solucionar a questão. Isso tende a frear o crescimento econômico e principalmente a geração de empregos. "Quando falamos da competitividade dos pequenos negócios, são esses que muitas vezes carregam o país nas costas. Ao falarmos deles, precisamos mencionar também as cargas tributárias que são parte desse peso enorme a ser carregado. O país carece em tornar a nossa economia mais simplificada e isso deve começar pelos impostos. Só assim a rotina será mais robusta em relação ao crescimento real do Brasil.", finaliza Michel Becker.

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