A Polícia Civil de São Paulo, por meio da 4ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista (DEATUR) de Campinas, concluiu que o suposto furto denunciado pela influenciadora Amanda Castanha não ocorreu nas dependências do Aeroporto Internacional de Viracopos. No último dia 23, a mulher denunciou ter tido um relógio de R$ 28 mil furtado durante uma revista quando chegava dos Estados Unidos.
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A polícia informou que imagens de monitoramento foram analisadas, assim como testemunhas foram ouvidas. Agora, o caso segue no Poder Judiciário.
Em nota, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos disse que avalia a adoção de medidas judiciais para "resguardar sua imagem institucional e coibir a divulgação de informações inverídicas ou divulgadas sem a devida apuração dos fatos".
A empresa disse que o inquérito policial confirmou "a regularidade dos procedimentos adotados pela Concessionária e a inexistência de indícios de manipulação da bagagem da passageira por parte dos profissionais envolvidos".
"A investigação também confirmou que os procedimentos operacionais foram executados em conformidade com as normas da aviação civil e os padrões internacionais de segurança aeroportuária", continua o aeroporto.
O texto também refere-se ao trabalho dos Agentes de Proteção da Aviação Civil (APACs). "São profissionais devidamente capacitados e qualificados para o exercício de suas funções, atuando com rigor técnico, responsabilidade e comprometimento", diz a concessionária.
Relembre o caso
A influenciadora Amanda Castanha denunciou ter tido um relógio de luxo, de R$ 28 mil, furtado durante uma revista no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), no último sábado, 23, quando chegava com o marido de uma viagem aos Estados Unidos.
A situação foi detalhada por Amanda em um vídeo publicado em suas redes sociais, onde tem cerca de 641 mil seguidores. Ela contou que percebeu o sumiço do relógio ao chegar em casa e, ao abrir a bolsa, notar que a caixa onde levava suas joias havia sido aberta.
"A minha bolsa estava com todos os meus acessórios espalhados. Isso aqui estava aberto. Detalhe, eu tentei ver se isso aqui abria com facilidade. Enfim, a gente batendo a bolsa, andando, né? Eu pensei: 'Não, podia ter aberto sozinho e ter espalhado tudo, eu posso ter perdido'. Isso não abre com facilidade, abre apenas se eu clicar aqui. E não estava o meu relógio de R$ 28 mil", afirmou.
Segundo a influenciadora, os funcionários do aeroporto teriam aberto sua bolsa sem que ela estivesse perto.
"Normalmente o que acontece, eles podem passar a bolsa pelo raio-x e se eles acham algo estranho ali, chamam a dona da bolsa e abre na sua frente. Mas não fizeram isso a nenhum momento, passaram a minha bolsa no raio-x e enquanto estavam me revistando."
Amanda complementou que a revistaram mais de uma vez, alegando que algo estaria apitando em sua perna. Ela chegou a mostrar que usava uma pulseira que só abria com cadeado e, por isso, o detector de metal havia apitado a primeira vez. Depois das várias revistas, Amanda e o marido foram liberados.