Líder de audiência na Netflix em países como Estados Unidos, Espanha e México, o suspense "Sobrevivência", dirigido e estrelado por Ben Affleck ao lado de Kerry Washington, adapta o clássico "Céu e Inferno" (1963), de Akira Kurosawa. Na trama política, Affleck vive um candidato a prefeito que enfrenta um grave dilema moral e de imagem ao descobrir que a criança sequestrada por engano não é seu filho, mas sim o enteado da cuidadora da família, cujo pai vive ilegalmente no país.
Um sequestro, uma exigência milionária e um dilema moral que coloca uma família diante de decisões difíceis. Essa é a premissa de 'Sobrevivência', suspense dirigido e protagonizado por Ben Affleck que chegou ao catálogo da Netflix e se tornou um dos filmes mais assistidos na Espanha, no México e nos Estados Unidos.
A produção retoma uma ideia explorada no clássico japonês 'Céu e Inferno', lançado em 1963 pelo cineasta Akira Kurosawa. Baseado em um romance de Ed McBain, o longa original acompanha um executivo que precisa decidir se paga o resgate exigido após o sequestro de uma criança, enquanto a nova versão transporta a história para a política contemporânea dos Estados Unidos.
Ben Affleck interpreta um político envolvido em sequestro
Em 'Sobrevivência', Ben Affleck interpreta um candidato à prefeitura de Los Angeles cuja campanha sofre uma reviravolta quando seu filho é dado como sequestrado. Ao lado da esposa, personagem de Kerry Washington, ele recebe uma exigência de vários milhões de dólares para garantir a libertação da criança.
A situação muda quando o casal descobre que o menino está em segurança. A criança mantida pelos sequestradores é, na verdade, o enteado da cuidadora latino-americana da família, cujo pai vive ilegalmente nos Estados Unidos.
A descoberta transforma o caso em um dilema que vai além do pagamento do resgate, quando os protagonistas precisam decidir como agir diante da situação, enquanto os interesses políticos e a preocupação com a própria imagem também...
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