A morte de David Benedito, filho do prefeito de Manaus, David Almeida, e de sua esposa, Izabelle Fontenelle, apenas com 20 dias de vida, comoveu o Amazonas e repercutiu em todo o país. A dor da perda se torna ainda mais sensível quando se recorda que, poucas semanas antes, o casal havia falado com entusiasmo sobre a chegada do bebê em uma entrevista exclusiva concedida ao portal LeoDias, em dezembro.
Na conversa com Leo Dias, o clima era de expectativa e felicidade. Questionado sobre suas perspectivas para o ano seguinte, o prefeito demonstrou emoção ao falar do nascimento do filho. "É, eu tô aí à véspera da chegada do meu filho, Davizinho. Daqui a pouquinho, mais 10 dias, ele tá por aí", declarou David Almeida.
Em seguida, ele destacou o significado especial daquele nascimento. "Ele tá aí com a gente para alegrar a nossa vida", afirmou o político, explicando que, apesar de já ser avô, aquele seria seu primeiro filho homem e também o primeiro fruto de seu casamento com Izabelle Fontenelle. Para o casal, David Benedito representava a realização de um sonho e a consolidação de uma nova fase familiar.
Izabelle, por sua vez, também falou com Leo Dias de forma leve e bem-humorada. Ao comentar sobre a data do parto, ela revelou um desejo curioso. "Eu falei pro Davi: 'Amor, você já pensou? Vamos chegar com ele e falar assim: Ah, feliz ano novo, ah, parabéns?'", brincou, arrancando sorrisos na entrevista.
O bebê, como o casal definiu na ocasião, simbolizava renovação e o "começo de um novo capítulo da nossa história", palavras que hoje ganham um significado ainda mais profundo diante da perda.
Como a entrevista ganhou um novo significado após a perda?
Ao ser revisitada após a morte de David Benedito, a entrevista concedida a Leo Dias passa a carregar não apenas lembranças de alegria, mas também um registro sensível do amor, da esperança e dos sonhos que cercaram os primeiros dias de vida do bebê. As declarações do prefeito de Manaus e de Izabelle Fontenelle eternizam um momento íntimo do casal, marcado por expectativa e carinho, transformando-se em um testemunho público de um amor que permanece, mesmo diante da dor.
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