Luana Piovani criticou duramente Luciano Huck, Angélica e a TV Globo, chamando-os de "sujos" após o apresentador divulgar no Domingão a plataforma "Tem Meu Voto". A atriz compartilhou acusações do influenciador Jonas Manoel sobre suposto crime eleitoral, alegando que a ferramenta favorece candidatos de direita. O caso gerou pedido de investigação, embora os organizadores afirmem que a plataforma é apartidária e não haja comprovação de irregularidades até o momento.
Luana Piovani voltou a detonar Luciano Huck nas redes sociais. Desta vez, a atriz compartilhou um vídeo no qual o apresentador e a TV Globo são acusados de suposto crime eleitoral após a divulgação de uma plataforma de "match político" no Domingão com Huck, exibido no último domingo (27).
Além de Huck, Luana também direcionou críticas a Angélica e à emissora. A acusação compartilhada pela atriz partiu do influenciador Jonas Manoel e envolve a plataforma Tem Meu Voto.
Luana Piovani chama Huck e Angélica de 'sujos'
Nos stories do Instagram, Luana Piovani publicou uma gravação de Jonas Manoel na qual ele acusa Luciano Huck e a TV Globo de "crime eleitoral". A crítica aconteceu após o apresentador divulgar a plataforma durante seu programa.
"O Luciano Huck, em horário nobre da Globo, divulgou uma plataforma organizada por organizações de direita, liberais e da extrema-direita. É uma plataforma que está indicando candidaturas de direita e da extrema-direita para o Brasil inteiro", afirmou o influenciador.
Após compartilhar o vídeo, Luana não poupou críticas e incluiu Angélica em seu desabafo.
"Luciano Huck, Angélica, TV Globo, vocês são sujos. Que a empáfia pelo desejo de manter vosso domínio e privilégio os engasguem. Vide grande Zé das Medalhas", disparou.
A atriz fez referência a Zé das Medalhas, personagem de Armando Bógus em Roque Santeiro. Na novela, ele morre sufocado pelas próprias medalhas dentro de sua fábrica.
Entenda a polêmica envolvendo Luciano Huck
Durante o Domingão com Huck, Luciano Huck divulgou a plataforma Tem Meu Voto, que compara respostas dos eleitores com posicionamentos informados por candidatos ao Legislativo.
A ferramenta passou a receber críticas nas redes sociais depois que usuários afirmaram que os resultados favoreceriam nomes ligados à direita. A organização responsável, por outro lado, afirma que a plataforma é apartidária e não recomenda candidatos ou partidos.
A repercussão também chegou à esfera eleitoral, com um pedido de investigação sobre possível propaganda eleitoral irregular. Até o momento, as acusações e relatos de usuários não comprovam, por si só, que tenha ocorrido crime eleitoral ou favorecimento político pela ferramenta.