Juju do Pix exibe resultados 50 dias após cirurgia para retirada de óleo do rosto

A influenciadora Juliana Oliveira compartilhou nas redes sociais a evolução de seu tratamento, quase dois meses após passar por procedimento complexo

8 jan 2026 - 20h06

Cerca de 50 dias depois de uma cirurgia de alta complexidade para remover óleo mineral do rosto, a criadora de conteúdo Juliana Oliveira, conhecida como Juju do Pix, retornou às redes sociais para mostrar o progresso da recuperação.

Juju do Pix (Reprodução/Instagram)
Juju do Pix (Reprodução/Instagram)
Foto: Contigo

Evolução do tratamento

Nos vídeos publicados nesta quarta-feira (7), é possível notar menos inchaço, contornos faciais mais definidos e cicatrizes ainda presentes. As marcas fazem parte de um processo longo e delicado de reconstrução. "Um corpo é um corpo. Elas que chorem", brincou a influenciadora ao comentar sobre sua aparência.

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As imagens recentes mostram sinais claros de desinchaço e maior definição no rosto. No entanto, a recuperação ainda segue em curso.

Paciente alerta sobre complexidade do procedimento

De acordo com Juju, o tratamento exige paciência e várias etapas. "Não digo nem pelos riscos, mas pelo grau de dificuldade que é para tirar esse produto do meu rosto. Então, não é fácil", afirmou, mencionando que novas intervenções ainda são aguardadas.

Histórico da aplicação de óleo

Em busca de alternativas seguras, a influenciadora recorreu a uma clínica clandestina em 2017. O local alegava usar silicone industrial, mas o inchaço persistente revelou que óleo mineral havia sido injetado em seu rosto.

Foi a partir desse episódio que Juliana passou a pedir ajuda financeira pela internet, originando o apelido "Juju do Pix". Ela buscava arrecadar recursos para corrigir os danos causados pelo procedimento.

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Mesmo após levantar cerca de R$ 20 mil em uma vaquinha e participar de um programa de TV, Juju enfrentou críticas por continuar pedindo apoio. Ela respondeu dizendo que havia desistido da cirurgia naquele momento e doado o valor arrecadado.

Procedimento delicado e controlado

Após a operação realizada em novembro de 2025, o médico responsável explicou que a abordagem precisou ser conservadora para minimizar riscos. "O tecido estava duro, enrijecido, totalmente impregnado por óleo mineral, exatamente como mostrado na ressonância", relatou o profissional.

A Anvisa proíbe a injeção de óleo mineral e silicone industrial no corpo humano, permitindo o uso do PMMA apenas em situações específicas e devidamente registradas.

Veja:

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