Influenciadora é morta após comer 'caranguejo do diabo'

Uma influenciadora de 51 anos morreu após comer um caranguejo conhecido como do 'diabo'

12 fev 2026 - 11h29

A produção de conteúdo para as redes sociais terminou de forma trágica para a influenciadora Emma Amit, de 51 anos. Ela morreu após consumir um crustáceo conhecido popularmente como "caranguejo-do-diabo", espécie considerada venenosa. O alimento foi ingerido durante a gravação de um vídeo em que mostrava a preparação de frutos do mar, prática comum em seu perfil.

Influenciadora é morta após comer 'caranguejo do diabo' / Reprodução: Redes Sociais
Influenciadora é morta após comer 'caranguejo do diabo' / Reprodução: Redes Sociais
Foto: Contigo

De acordo com informações publicadas pelo The New York Post, Emma Amit esteve em um manguezal em Puerto Princesa, cidade litorânea nas Filipinas, onde coletou quatro tipos diferentes de frutos do mar. Ela registrou o preparo dos crustáceos com leite de coco e compartilhou as imagens. No dia seguinte à ingestão, começou a apresentar sintomas graves provocados pelas toxinas presentes no animal.

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Vizinhos relataram que a influenciadora sofreu convulsões enquanto era levada a uma clínica da região. Com o agravamento do quadro, foi transferida para um hospital, já inconsciente e com os lábios escurecidos. Emma Amit morreu no dia 6, apenas dois dias após consumir o caranguejo. Posteriormente, autoridades encontraram no lixo da residência carapaças da espécie, comum na região Indo-Pacífica. O animal pode conter saxitoxina e tetrodotoxina — substâncias também associadas ao veneno do baiacu, segundo o Smithsonian — capazes de levar à morte em poucas horas.

Alerta das autoridades sobre  o consumo deste tipo de alimento

Após o caso, autoridades locais reforçaram o alerta à população sobre os riscos do consumo de frutos do mar sem identificação adequada. A orientação é que moradores e visitantes evitem ingerir espécies desconhecidas ou potencialmente tóxicas. Segundo os órgãos responsáveis, duas mortes já foram registradas na cidade em circunstâncias semelhantes. O episódio reacende o debate sobre os perigos envolvidos na busca por conteúdo extremo nas redes sociais e os cuidados necessários ao lidar com alimentos silvestres.

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