Ex-apresentadora famosa é condenada por golpear e matar a própria mãe

Ex-apresentadora Angelynn Mock admitiu o crime contra idosa de 80 anos após avaliação mental; saiba detalhes do caso

7 out 2026 - 10h47
Resumo
A ex-apresentadora norte-americana Angelynn Mock, de 48 anos, foi condenada à prisão perpétua pelo assassinato de sua mãe, Anita Avers, de 80 anos, morta a facadas. Mock confessou o homicídio em primeiro grau após passar por tratamento psiquiátrico para recuperar a capacidade mental, já que sofre de transtorno esquizoafetivo e alegava crer que a vítima era o diabo. A jornalista, que atuou em emissoras dos EUA, poderá solicitar liberdade condicional após cumprir 25 anos de pena.

A ex-apresentadora de TV Angelynn "Angie" Mock, de 48 anos, foi condenada à prisão perpétua em Wichita, no Kansas (EUA), pelo assassinato de sua mãe, Anita Avers, de 80 anos. A sentença foi proferida na última segunda-feira (5), após a ré se declarar culpada por homicídio em primeiro grau.

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Foto: apresentadora Angelynn Mock - Reprodução/Fox / Contigo

O crime ocorreu em 31 de outubro de 2025, na residência da família. A idosa foi golpeada repetidamente com facas de cozinha e faleceu após dar entrada no hospital. Angie foi detida do lado de fora do imóvel com cortes nas mãos. Documentos judiciais apontam que a ex-jornalista alegou legítima defesa e declarou às autoridades que acreditava que a mãe era "o diabo".

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Apesar de estar condenada a prisão perpétua, ela poderá pleitear liberdade condicional ao cumprir 25 anos de pena.

Mock tem problemas de saúde mental?

O estado mental de Angie Mock teve papel central na ação penal. Segundo o padrasto, Barry Avers, a ex-apresentadora tratava um transtorno esquizoafetivo, com histórico de depressão, delírios e internação.

Em janeiro, a Justiça a considerou incapaz, enviando-a para tratamento hospitalar. Liberada em julho após recuperar a capacidade mental, ela admitiu a culpa no mês seguinte.

Na audiência de sentença, parentes expressaram o choque com o crime. Sonja Kreutziger, enteada da vítima, classificou a tragédia como incompreensível para a família. Durante os relatos das testemunhas, a acusada chorou e preferiu permanecer em silêncio.

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Vale destacar que, antes de deixar a profissão, Angelynn Mock atuou como repórter e âncora em diversas emissoras nos EUA. Em St. Louis, apresentou o telejornal matutino da KTVI Fox 2 de 2011 a 2015, tendo trabalhado também na KOKH Fox 25, em Oklahoma City.

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