Dirigida por Peter Farrelly, a cinebiografia Eu Sou o Rocky foca na luta de Sylvester Stallone nos anos 70 para lançar Rocky, um Lutador, exigindo ser o protagonista. Com Anthony Ippolito no papel do jovem Sly, o filme retrata os bastidores dessa batalha em Hollywood. Embora não tenha atuado diretamente na produção, Stallone foi consultado e assistiu sozinho à versão final em sua casa, deixando o diretor ansioso pela aprovação do astro homenageado.
Quando falamos de cinebiografias de grandes personalidades vivas, a aprovação do artista ali representado é tão significativa quanto a opinião dos críticos de cinema, até mais. Então, era de suma importância para o diretor Peter Farrelly que Sylvester Stallone gostasse da maneira pela qual sua história foi representada em Eu Sou o Rocky.
Diferente das biopics tradicionais, I Play Rocky não narra a trajetória completa da vida do astro, mas sim foca em um período específico, que retrata o processo de como o astro tirou Rocky, um Lutador , o filme que o catapultaria para o estrelato, do papel.
O ator Anthony Ippolito irá representar o jovem Sly nos anos 70 enquanto ele tenta convencer os executivos dos estúdios de Hollywood a comprarem o roteiro de seu filme de boxe. Ele recebe ofertas milionárias, mas só se dispõe a assinar qualquer contrato sob a condição inegociável de que ele será o protagonista Rocky Balboa e ninguém mais.
Sylvester Stallone aprovou o resultado final de Eu Sou o Rocky?
Stallone não teve uma participação ativa ou envolvimento direto na produção, mas foi consultado antes e depois das rodagens. Peter Farrelly ainda enviou a versão final do longa-metragem para que ele pudesse assistir e dar seu veredicto, algo que deixou o cineasta particularmente ansioso:
"Para ser sincero, eu e…