O fato de a guerra na Ucrânia ter se tornado uma espécie de laboratório de tecnologia militar deixou de soar estranho quando começamos a ver pilotos de drones, ciberataques cada vez mais sofisticados e robôs se movimentando pelo campo de batalha. O uso do exoesqueleto Hypershell X Pro é apenas mais um exemplo dessa tendência.
A invenção não nos é familiar apenas porque muitos de nós já vimos suas capacidades em jogos como Death Stranding, onde o protagonista usa exoesqueletos para transportar cargas pesadas com a ajuda dessa tecnologia. A novidade é que ela se originou na engenharia civil, e não na militar, e, inclusive, pode ser comprada na Amazon.
A Ucrânia já está utilizando exoesqueletos na linha de frente.
Vendido por pouco mais de 1.000 euros, com o objetivo de facilitar a corrida, a subida de escadas ou o ciclismo com a ajuda de um robô nas pernas, o exoesqueleto foi visto pela Ucrânia como uma ferramenta essencial para o combate. Não porque os ucranianos estejam diretamente envolvidos em ações concretas, mas sim pela capacidade do dispositivo de realizar mais tarefas com menos esforço.
A chave, além do peso de 2 kg do dispositivo e da possibilidade de transportá-lo em uma maleta como o exoesqueleto do Homem de Ferro, reside precisamente na premissa que o próprio Hideo Kojima adotou para moldar Death Stranding e sua sequência. Se a Ucrânia encontrou uma mina de ouro nos exoesqueletos, é por causa do ...
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